ITUB4 e o longo prazo: dez anos acompanhando o desempenho dos bancos na bolsa brasileira

Mesmo diante de crises econômicas, mudanças regulatórias e avanços tecnológicos, ações de bancos consolidados demonstraram capacidade de atravessar diferentes ciclos e preservar valor para investidores pacientes

Aplicar recursos em ações de grandes bancos brasileiros ao longo da última década exigiu mais do que acompanhar movimentos de curto prazo. Entre 2015 e 2025, o país passou por instabilidade política, recessões, mudanças nas regras do sistema financeiro e uma aceleração significativa da digitalização. Ainda assim, instituições tradicionais conseguiram atravessar esse período mantendo resultados consistentes e preservando a confiança de parte relevante do mercado.

Dentro desse cenário, o comportamento das ações ITUB4 se destaca quando analisado sob uma perspectiva de longo prazo. A trajetória do papel reflete não apenas oscilações conjunturais, mas a capacidade do banco de se adaptar a diferentes fases da economia sem comprometer sua estrutura financeira.

Quanto um investimento iniciado em 2015 teria se valorizado no banco

O investidor que aplicou recursos no início de dezembro de 2015 e manteve a posição por dez anos teria observado uma evolução expressiva do capital investido. Considerando a valorização acumulada ao longo do período, um aporte inicial de R$ 10 mil teria alcançado pouco mais de R$ 52 mil ao final da década. Investimentos maiores seguiram a mesma proporção, resultando em uma rentabilidade acumulada superior a 400%.

Esse desempenho não é fruto de movimentos especulativos pontuais, mas da combinação entre valorização gradual das ações, pagamentos recorrentes de dividendos e o reinvestimento dos rendimentos. Para quem adota uma estratégia de longo prazo, o efeito dos juros compostos tende a se tornar um dos principais fatores de crescimento do patrimônio.

Um setor em transformação acelerada nos bancos

Entre 2015 e 2025, o sistema financeiro brasileiro passou por mudanças estruturais. A expansão dos serviços digitais, a entrada de fintechs, o avanço do open finance e novas regras de concorrência alteraram profundamente a dinâmica do setor bancário. Diante desse novo ambiente, bancos tradicionais precisaram direcionar volumes significativos de investimento para tecnologia e inovação.

Em um mercado mais competitivo, instituições com maior escala e capacidade financeira conseguiram responder com mais rapidez às transformações. A ampliação de canais digitais, a oferta de novos produtos e a diversificação das fontes de receita ajudaram a compensar a pressão sobre tarifas e spreads ao longo dos anos.

Dividendos como parte relevante do retorno

Outro elemento importante na análise do desempenho de longo prazo está na política de distribuição de resultados. Ao longo da década, a ação manteve pagamentos regulares de dividendos e juros sobre capital próprio, contribuindo de forma relevante para o retorno total do investidor.

Em períodos de maior volatilidade na bolsa, essa previsibilidade de renda funciona como um amortecedor, reduzindo o impacto das oscilações de preço. A geração consistente de caixa também permitiu ao banco reforçar sua base de capital, investir em inovação e atravessar momentos adversos sem comprometer a solidez financeira.

Liquidez e protagonismo no mercado acionário e no banco

No mercado de ações brasileiro, ITUB4 figura entre os papéis mais negociados e costuma ter peso significativo nos principais índices. Essa alta liquidez facilita tanto a entrada quanto a saída de investidores e reforça o papel da ação como uma referência para o setor bancário privado.

A experiência dos últimos dez anos mostra que é possível construir retornos consistentes mesmo em ambientes econômicos desafiadores. Para quem manteve uma visão de longo prazo, o histórico reforça a importância de disciplina, diversificação e paciência ao investir na bolsa brasileira.

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Quais são os tipos de investimentos disponíveis no mercado?

O mercado de investimentos é muito amplo e, muitas vezes, complexo de entender. Por isso, é necessário realizar algumas pesquisas minuciosas antes de realizar as aplicações, bem como entender seu perfil de investidor. 

 

Analogamente, é possível dizer que as características dos investidores podem ser comparadas com tendas para eventos

 

Isso porque ambos baseiam-se em uma finalidade específica, sendo que a cobertura é proteção e o investimento é rentabilidade, mas são distintos entre si. 

 

Levando em consideração o foco principal desse texto, é válido destacar que os perfis são divididos em três categorias. São elas: 

 

  • Conservador: pessoa que busca por investimentos de nenhum ou baixo risco; 
  • Moderado: pessoa que aceita correr risco, desde que não comprometa a sua segurança;
  • Arrojado: pessoa capaz de assumir altos riscos, inclusive aqueles que possam causar perda de patrimônio. 

 

Além dos perfis, é importante citar a existência de diferentes tipos de investimentos, que serão descritos com detalhes nos próximos tópicos. Continue acompanhando esse artigo e saiba mais! 

Investimentos de renda fixa 

Uma pessoa que adquire uma mesa rústica de madeira não quer contar com um móvel bambo, que a qualquer momento pode romper e causar acidentes. 

 

Bem, os investimentos de renda fixa baseiam-se em uma linha de pensamento semelhante, visando à rentabilidade com o menor risco possível. 

 

Explicando de forma simples, ela consiste em aplicações com uma porcentagem exata ou aproximada do que será ganho. 

No primeiro, o valor já é pré-fixado, fazendo com que o investidor saiba seu rendimento mínimo. Enquanto isso, o segundo é pós-fixado, com o valor conhecido no resgate. 

 

Existem diversos tipos de investimentos de renda fixa. A mais popular e tradicional é a caderneta de poupança, mas ela está longe de ser a melhor opção para investir, visto que a rentabilidade costuma ser muito baixa. 

 

Na lista a seguir, serão destacados alguns modelos mais comuns e rentáveis: 

 

  • Tesouro Direto: classificado como a compra e a venda de títulos públicos;
  • CDB: título emitido por bancos para captar dinheiro por meio de pessoas físicas;
  • LCI: modelo comum entre as pessoas que desejam investir no mercado imobiliário; 
  • Títulos Públicos: servem para captar recursos para o financiamento da dívida pública; 
  • Fundo DI: ideal para o perfil conservado, ele permite obter rentabilidade igual a uma taxa de referência.

 

Além desses, os investimentos de renda fixa também podem ser LCA, LIG, LC, LF, debêntures, COE, etc, cada um oferecendo benefícios exclusivos e segurança de investimento, visto que os riscos costumam ser nulos ou extremamente baixos. 

Investimentos de renda variável

Sem dúvidas, uma pessoa que deseja adquirir um forno elétrico de embutir de última geração terá que desembolsar um valor mais alto. 

 

No mercado financeiro, quanto maior o investimento, maior pode ser a rentabilidade, mas em alguns casos, existem consequências para isso. 

 

No tópico anterior, vimos como funcionam os investimentos de renda fixa, que costumam ser os preferidos do perfil conservador. 

 

Já nesse tópico, vamos focar nos modelos que costumam ser muito procurados pelos que desejam se arriscar – nem que seja um pouquinho! Ou seja, para os moderados e os arrojados. 

 

Resumidamente, os investimentos de renda variável são aqueles em que o rendimento não pode ser calculado, classificando-se como imprevisíveis. 

 

Por exemplo, suponhamos que você adquiriu ações da Petrobrás. Você sabe quanto ela estará rendendo daqui um ano? Exatamente, não…

 

Com relação aos tipos de investimentos que compõem essa categoria, podemos destacar os fundos de ações, os fundos multimercados e os fundos imobiliários.

 

Além dos ETFs, os derivativos (como contratos de dólar), os commodities (matérias-primas essenciais de baixa industrialização, como ouro) e o COE. 

 

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Esse‌ ‌artigo‌ ‌foi‌ ‌escrito‌ ‌por‌ ‌Larissa Rhouse,‌ ‌Criadora‌ ‌de‌ ‌Conteúdo‌ ‌do‌ ‌‌Soluções‌ ‌Industriais‌.

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