Economia doméstica: 5 formas práticas de reduzir despesas em casa!

Para quem vive sozinho, não tem altas reservas de emergência ou está perdido nas finanças pessoais, o processo de se organizar e reduzir as despesas pode parecer muito difícil. No entanto, algumas mudanças simples nos hábitos de consumo e gastos recorrentes já fazem muita diferença na economia doméstica.

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5 benefícios das maquininhas de cartão para o crescimento do negócio

Vamos ser sinceros… Em pleno ano de 2021, você ainda acha que é possível empreender ser ter uma maquininha de cartão? Na boa, é claro que não! 

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4 investimentos que dão um bom retorno financeiro

O mercado de investimentos é muito versátil, com opções capazes de atrair desde os investidores com um perfil mais conservador, até os mais arrojados. Para isso, é possível encontrar dois diferentes tipos de categorias: a renda fixa e a renda variável. 

 

Colocando de forma simples, o primeiro modelo é aquele que possui uma rentabilidade previsível. Enquanto isso, o segundo não existe essa definição prévia, variando conforme o mercado. Eis que pergunto: você sabe em qual investir? 

 

Pense em conectores elétricos. Resumidamente, eles são encontrados em diferentes especificações técnicas, capazes de atender demandas variadas. Os investimentos também são assim, mas em sua própria realidade, que é a econômica. 

 

Nesse cenário, vários fatores podem impactar na escolha, especialmente o valor para iniciar e os riscos que deseja correr. Com base nisso, separamos quatro investimentos capazes de trazer um bom retorno ao mesmo tempo que garante perdas mínimas ou nulas. Confira! 

1. Tesouro Direto

Não dá para falar de investimentos que trazem bons retornos financeiros sem citar o Tesouro Direto. 

 

Desenvolvido pelo Tesouro Nacional, ele costuma ser baseado na compra e na venda de títulos da dívida pública, servindo como uma forma de empréstimo para o Governo Federal que irá retornar para você após um prazo pré-determinado. 

 

O Tesouro Direto pode ser classificado como: 

 

  • Tesouro Selic (LFT); 
  • Tesouro Pré-fixado (LTN); 
  • Tesouro Pré-fixado com Juros Semestrais (NTN-F); 
  • Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal); 
  • Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B).

 

Para conseguir atender diferentes demandas e atrair vários perfis de investidores, o modelo pode ser comparado analogamente com um piso industrial

 

Tenho certeza que para você pareceu algo 100% sem sentido, mas se pensar que os dois possuem vários modelos, tudo começa a entrar nos eixos.

 

Atualmente, o revestimento pode ser de epóxi, concreto polido, vinílico, emborrachado, cimento queimado, etc. 

2. Crédito de Depósito Bancário (CDB)

Como pessoa jurídica, o dono de uma fábrica de placas de sinalização de segurança não pode investir no Crédito de Depósito Bancário, mas como pessoa física, pode. 

 

Isso porque o modelo consiste em um título emitido por unidades bancárias para captar dinheiro por meio de pessoas físicas. 

 

No mercado, ele pode se basear em três versões: a pré-fixada, em que é possível saber quando renderá até o final da aplicação. Pós-fixada, em que haverá variação conforme indicadores, e a híbrida, que mistura ambas as versões. 

 

Um dos principais diferenciais do modelo é a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito, que promove mais proteção. 

3. Letra de Crédito Imobiliária (LCI)

No Brasil, o mercado imobiliário sempre está em movimento, fazendo com que os investimentos neles sejam muito atrativos. O LCI é justamente uma forma segura de aplicar nesse setor, direcionando valores para empreendimentos e atividades do ramo. 

 

É comum que a emissão desses títulos seja feita por bancos públicos ou privados. Ademais, eles também podem ser advindos de instituições comerciais e múltiplas, desde que autorizadas pelo Banco Central. 

 

Vale ressaltar que assim como o CDB, o modelo também conta com um Fundo Garantidor de Crédito de até R$ 250.000,00 por CPF. Assim, em caso de falência da empresa emissora do título, a pessoa que realizou o investimento não sofrerá prejuízos. 

4. Letra de Crédito do Agronegócio (LCA)

Não tão comum no mercado e nos grandes centros urbanos, mas com bons índices de retorno financeiro, o LCA é o título emitido por instituições financeiras para financiar o setor agrícola. 

 

De um modo geral, ele funciona como a Letra de Crédito Imobiliária e também é assegurado pelo Fundo Garantidor de Crédito. Não só isso: ela ainda permite que o investimento inicial seja bem baixo. 

 

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Esse‌ ‌artigo‌ ‌foi‌ ‌escrito‌ ‌por‌ ‌Larissa Rhouse,‌ ‌Criadora‌ ‌de‌ ‌Conteúdo‌ ‌do‌ ‌‌Soluções‌ ‌Industriais‌.

Quais são os tipos de investimentos disponíveis no mercado?

O mercado de investimentos é muito amplo e, muitas vezes, complexo de entender. Por isso, é necessário realizar algumas pesquisas minuciosas antes de realizar as aplicações, bem como entender seu perfil de investidor. 

 

Analogamente, é possível dizer que as características dos investidores podem ser comparadas com tendas para eventos

 

Isso porque ambos baseiam-se em uma finalidade específica, sendo que a cobertura é proteção e o investimento é rentabilidade, mas são distintos entre si. 

 

Levando em consideração o foco principal desse texto, é válido destacar que os perfis são divididos em três categorias. São elas: 

 

  • Conservador: pessoa que busca por investimentos de nenhum ou baixo risco; 
  • Moderado: pessoa que aceita correr risco, desde que não comprometa a sua segurança;
  • Arrojado: pessoa capaz de assumir altos riscos, inclusive aqueles que possam causar perda de patrimônio. 

 

Além dos perfis, é importante citar a existência de diferentes tipos de investimentos, que serão descritos com detalhes nos próximos tópicos. Continue acompanhando esse artigo e saiba mais! 

Investimentos de renda fixa 

Uma pessoa que adquire uma mesa rústica de madeira não quer contar com um móvel bambo, que a qualquer momento pode romper e causar acidentes. 

 

Bem, os investimentos de renda fixa baseiam-se em uma linha de pensamento semelhante, visando à rentabilidade com o menor risco possível. 

 

Explicando de forma simples, ela consiste em aplicações com uma porcentagem exata ou aproximada do que será ganho. 

No primeiro, o valor já é pré-fixado, fazendo com que o investidor saiba seu rendimento mínimo. Enquanto isso, o segundo é pós-fixado, com o valor conhecido no resgate. 

 

Existem diversos tipos de investimentos de renda fixa. A mais popular e tradicional é a caderneta de poupança, mas ela está longe de ser a melhor opção para investir, visto que a rentabilidade costuma ser muito baixa. 

 

Na lista a seguir, serão destacados alguns modelos mais comuns e rentáveis: 

 

  • Tesouro Direto: classificado como a compra e a venda de títulos públicos;
  • CDB: título emitido por bancos para captar dinheiro por meio de pessoas físicas;
  • LCI: modelo comum entre as pessoas que desejam investir no mercado imobiliário; 
  • Títulos Públicos: servem para captar recursos para o financiamento da dívida pública; 
  • Fundo DI: ideal para o perfil conservado, ele permite obter rentabilidade igual a uma taxa de referência.

 

Além desses, os investimentos de renda fixa também podem ser LCA, LIG, LC, LF, debêntures, COE, etc, cada um oferecendo benefícios exclusivos e segurança de investimento, visto que os riscos costumam ser nulos ou extremamente baixos. 

Investimentos de renda variável

Sem dúvidas, uma pessoa que deseja adquirir um forno elétrico de embutir de última geração terá que desembolsar um valor mais alto. 

 

No mercado financeiro, quanto maior o investimento, maior pode ser a rentabilidade, mas em alguns casos, existem consequências para isso. 

 

No tópico anterior, vimos como funcionam os investimentos de renda fixa, que costumam ser os preferidos do perfil conservador. 

 

Já nesse tópico, vamos focar nos modelos que costumam ser muito procurados pelos que desejam se arriscar – nem que seja um pouquinho! Ou seja, para os moderados e os arrojados. 

 

Resumidamente, os investimentos de renda variável são aqueles em que o rendimento não pode ser calculado, classificando-se como imprevisíveis. 

 

Por exemplo, suponhamos que você adquiriu ações da Petrobrás. Você sabe quanto ela estará rendendo daqui um ano? Exatamente, não…

 

Com relação aos tipos de investimentos que compõem essa categoria, podemos destacar os fundos de ações, os fundos multimercados e os fundos imobiliários.

 

Além dos ETFs, os derivativos (como contratos de dólar), os commodities (matérias-primas essenciais de baixa industrialização, como ouro) e o COE. 

 

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Esse‌ ‌artigo‌ ‌foi‌ ‌escrito‌ ‌por‌ ‌Larissa Rhouse,‌ ‌Criadora‌ ‌de‌ ‌Conteúdo‌ ‌do‌ ‌‌Soluções‌ ‌Industriais‌.

Seguro fiança e fiador: conheça as diferenças

Quando decidimos alugar um imóvel junto à imobiliária, são exigidas algumas medidas a fim de garantir que o pagamento do aluguel seja realizado como combinado com o proprietário. 

Sendo assim, além de comprovar sua renda para provar que pode pagar aquele valor, também é necessário dar uma garantia de que o acordo será cumprido até o fim do contrato.

A opção mais comum é a indicação de um fiador, visto que além de ser uma possibilidade segura, também não gera custos nem para o proprietário, nem para o inquilino. 

No entanto, nem sempre o locatário consegue utilizar essa opção, visto que algumas regras precisam ser cumpridas por parte do fiador também. 

O seguro-fiança é outra alternativa, mas nem todo mundo conhece ou sabe de seus benefícios. Sendo assim, para te ajudar falaremos sobre:

  • O que é o fiador;
  • Qual a obrigação de um fiador;
  • O que é seguro-fiança;
  • Como é o seguro-fiança.

Além disso, para te ajudar, no post de hoje vamos falar também sobre a diferença entre fiador e seguro-fiança.

O que é fiador?

Em resumo, o fiador é a pessoa que se compromete a realizar o pagamento ou cumprimento da obrigação do inquilino, caso ele não consiga arcar com suas responsabilidades.

Na hora de fechar o contrato, ao optar pelo fiador, são exigidos diversos documentos para comprovar a possibilidade daquela pessoa se tornar fiadora. 

Não é necessário haver nenhum grau de parentesco, mas ainda assim, algumas regras precisam ser cumpridas. 

A principal é que o fiador precisa ter um imóvel próprio em seu nome e na mesma cidade onde o apartamento ou casa será alugado. 

Além disso, a comprovação da renda também é exigida. Geralmente, esse processo é um pouco mais lento quando comparado com os demais, visto que exige a análise de toda a documentação enviada pelo fiador e, claro, sua aprovação.

Caso haja inadimplência do inquilino, o proprietário pode demorar para conseguir receber o valor devido, visto que será necessário entrar com uma ação judicial para tal. 

No entanto, vale lembrar que essa possibilidade se torna praticamente inviável para quem está de mudança para uma nova cidade e não tem parentes ou amigos próximos que estejam dispostos a assumir esse risco.

A fiança sempre irá depender de um terceiro, seja pessoa física ou jurídica, que pague o valor se o inquilino deixar de fazê-lo. 

Contudo, encontrar alguém que esteja disposto a isso está cada vez mais difícil. Além disso, o mais indicado é que o fiador seja próximo ao inquilino. 

Mas, para evitar qualquer tipo de atrito nas relações entre as partes, caso haja inadimplência, o seguro-fiança acaba sendo a opção mais adequada. 

O que é seguro-fiança?

Se o inquilino não tiver a possibilidade de conseguir um fiador, o seguro-fiança é uma outra possibilidade. 

Oferecido por seguradoras, nele o locatário irá precisar pagar um valor mensal para garantir que as despesas sejam cobertas caso não haja o pagamento do aluguel.

Essa alternativa é muito vantajosa para o proprietário do imóvel, visto que, em casos de inadimplência, o seguro começa a pagar o aluguel imediatamente. 

Por outro lado, com o fiador, o pagamento é realizado somente após o processo judicial. E, como falamos, para receber o que é devido, precisará notificar à justiça a falta de pagamento.

No entanto, esse recurso não é tão utilizado, pois dependendo do caso ele pode pesar no bolso do inquilino. 

Afinal, ele precisará pagar uma taxa, que pode chegar ao valor de um aluguel ou até mesmo um aluguel e meio por ano. 

Além disso, o valor não é devolvido no final do contrato, como acontece na modalidade “garantia de aluguel”. 

Resumidamente, nesta opção o inquilino terá que pagar um valor adiantado no momento da locação do imóvel que pode chegar até três meses do valor do aluguel. 

Como falamos, ao final do contrato, caso não haja nenhum dano no bem, o valor é devolvido. Mas, a desvantagem é que nem todas as pessoas possuem essa quantia de dinheiro em mãos para pagar de uma única vez ao proprietário.

Seguro-fiança ou fiador?

Bom, agora que você entendeu melhor como funcionam as modalidades seguro-fiança ou fiador, já pode escolher aquela que mais atende suas necessidades.

É importante deixar claro que não existe melhor ou pior opção, pois cada uma irá se adequar a um perfil.

Por exemplo, ao optar pelo fiador, você não precisa desembolsar nenhum valor caso cumpra com suas responsabilidades. 

No entanto, corre o risco de haver atritos entre você e a pessoa que escolheu se não conseguir pagar o aluguel.

Já o seguro-fiança garante total segurança para você e o proprietário e você não precisa perder tempo para encontrar alguém de confiança. Mas, mesmo que cumpra com o acordo, o dinheiro não será devolvido pela seguradora. 

Por fim, a garantia de aluguel é ideal, visto que você recebe o valor de volta ao final do contrato. Mas, é provável que você não tenha o valor exigido para desembolsar de uma única vez.

Portanto, analise suas alternativas, perfil e necessidades para escolher a opção mais adequada para você.

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