Como a matemática pode ajudar nos seus investimentos?

Durante o período de escola e no colégio, é comum que os alunos que não se dão muito bem com números se questionem para que serve a matemática e como ela será usada no dia a dia. 

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4 investimentos que dão um bom retorno financeiro

O mercado de investimentos é muito versátil, com opções capazes de atrair desde os investidores com um perfil mais conservador, até os mais arrojados. Para isso, é possível encontrar dois diferentes tipos de categorias: a renda fixa e a renda variável.  Continuar lendo 4 investimentos que dão um bom retorno financeiro

Quais são os tipos de investimentos disponíveis no mercado?

O mercado de investimentos é muito amplo e, muitas vezes, complexo de entender. Por isso, é necessário realizar algumas pesquisas minuciosas antes de realizar as aplicações, bem como entender seu perfil de investidor. 

 

Analogamente, é possível dizer que as características dos investidores podem ser comparadas com tendas para eventos

 

Isso porque ambos baseiam-se em uma finalidade específica, sendo que a cobertura é proteção e o investimento é rentabilidade, mas são distintos entre si. 

 

Levando em consideração o foco principal desse texto, é válido destacar que os perfis são divididos em três categorias. São elas: 

 

  • Conservador: pessoa que busca por investimentos de nenhum ou baixo risco; 
  • Moderado: pessoa que aceita correr risco, desde que não comprometa a sua segurança;
  • Arrojado: pessoa capaz de assumir altos riscos, inclusive aqueles que possam causar perda de patrimônio. 

 

Além dos perfis, é importante citar a existência de diferentes tipos de investimentos, que serão descritos com detalhes nos próximos tópicos. Continue acompanhando esse artigo e saiba mais! 

Investimentos de renda fixa 

Uma pessoa que adquire uma mesa rústica de madeira não quer contar com um móvel bambo, que a qualquer momento pode romper e causar acidentes. 

 

Bem, os investimentos de renda fixa baseiam-se em uma linha de pensamento semelhante, visando à rentabilidade com o menor risco possível. 

 

Explicando de forma simples, ela consiste em aplicações com uma porcentagem exata ou aproximada do que será ganho. 

No primeiro, o valor já é pré-fixado, fazendo com que o investidor saiba seu rendimento mínimo. Enquanto isso, o segundo é pós-fixado, com o valor conhecido no resgate. 

 

Existem diversos tipos de investimentos de renda fixa. A mais popular e tradicional é a caderneta de poupança, mas ela está longe de ser a melhor opção para investir, visto que a rentabilidade costuma ser muito baixa. 

 

Na lista a seguir, serão destacados alguns modelos mais comuns e rentáveis: 

 

  • Tesouro Direto: classificado como a compra e a venda de títulos públicos;
  • CDB: título emitido por bancos para captar dinheiro por meio de pessoas físicas;
  • LCI: modelo comum entre as pessoas que desejam investir no mercado imobiliário; 
  • Títulos Públicos: servem para captar recursos para o financiamento da dívida pública; 
  • Fundo DI: ideal para o perfil conservado, ele permite obter rentabilidade igual a uma taxa de referência.

 

Além desses, os investimentos de renda fixa também podem ser LCA, LIG, LC, LF, debêntures, COE, etc, cada um oferecendo benefícios exclusivos e segurança de investimento, visto que os riscos costumam ser nulos ou extremamente baixos. 

Investimentos de renda variável

Sem dúvidas, uma pessoa que deseja adquirir um forno elétrico de embutir de última geração terá que desembolsar um valor mais alto. 

 

No mercado financeiro, quanto maior o investimento, maior pode ser a rentabilidade, mas em alguns casos, existem consequências para isso. 

 

No tópico anterior, vimos como funcionam os investimentos de renda fixa, que costumam ser os preferidos do perfil conservador. 

 

Já nesse tópico, vamos focar nos modelos que costumam ser muito procurados pelos que desejam se arriscar – nem que seja um pouquinho! Ou seja, para os moderados e os arrojados. 

 

Resumidamente, os investimentos de renda variável são aqueles em que o rendimento não pode ser calculado, classificando-se como imprevisíveis. 

 

Por exemplo, suponhamos que você adquiriu ações da Petrobrás. Você sabe quanto ela estará rendendo daqui um ano? Exatamente, não…

 

Com relação aos tipos de investimentos que compõem essa categoria, podemos destacar os fundos de ações, os fundos multimercados e os fundos imobiliários.

 

Além dos ETFs, os derivativos (como contratos de dólar), os commodities (matérias-primas essenciais de baixa industrialização, como ouro) e o COE. 

 

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Esse‌ ‌artigo‌ ‌foi‌ ‌escrito‌ ‌por‌ ‌Larissa Rhouse,‌ ‌Criadora‌ ‌de‌ ‌Conteúdo‌ ‌do‌ ‌‌Soluções‌ ‌Industriais‌.

O que fazer quando não se tem dinheiro para pagar um inventário?

Você tem que fazer o pedido de um inventário e não possui dinheiro para pagar as taxas ou o advogado? Não se preocupe, isso é muito comum e tem uma solução, no texto de hoje vamos explicar o que fazer quando não se tem dinheiro para pagar um inventário.

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Saiba mais sobre os tipos de empréstimo e o melhor para o seu caso

Muitas pessoas desejam pegar um empréstimo para realizar um sonho. Pode ser para refinanciar sua casa, fazer uma viagem internacional ou apenas para limpar seu nome. Existem empréstimos para todos os perfis de pessoa física e cada tipo de crédito tem suas vantagens e desvantagens. 

Antes de optar por um modelo, é essencial conhecer suas características e pontos positivos e negativos. Afinal, é uma boa parcela de dinheiro que vai sair do bolso do consumidor na hora do pagamento. Conheça alguns tipos de empréstimo pessoal e quais as vantagens de cada um.

Crédito estudantil

É um empréstimo feito para custear os gastos do estudante durante sua vida universitária. Na maior parte dos casos, o estudante só  começa a pagar depois que termina o curso. Ele é voltado tanto a estudantes de faculdades particulares quanto públicas.

Apenas quem tem um vínculo comprovado com uma instituição de ensino superior pode solicitar um empréstimo estudantil. Apesar dos juros do FIES serem menores, eles exigem uma série de comprovações, enquanto o crédito estudantil solicitado em banco envolve menos burocracias.

Entre as comprovações do FIES estão: renda (mesmo que não seja própria), nome limpo nos órgãos de proteção ao crédito, nota mínima de 450 pontos no Enem, não ter zerado a redação do exame e ter renda per capita de até 3 salários mínimos, por exemplo. 

Empréstimo pessoal

É aquele tradicional, em que o cliente vai até a instituição, solicita um determinado valor e passa por uma análise de crédito. No caso de bancos, a pessoa precisa ser correntista. 

O indivíduo pode ir a uma instituição financeira, que pode ceder com mais facilidade, mas os juros são consideravelmente mais altos. Em janeiro de 2021, os juros do banco chegaram a 3,18% ao mês (45,59% ao ano). Já os das financeiras estão com média de 6,21% ao mês (ou 106,06% ao ano). 

Empréstimo consignado

É um modelo de empréstimo voltado a um público bem específico: aposentados e pensionistas do INSS, assalariados com carteira assinada e funcionários públicos. Autônomos, freelancers e empreendedores, por exemplo, não podem solicitar este modelo.

Isso porque o pagamento é automático: a parcela do empréstimo consignado é retirada do salário ou do benefício do INSS. Para quem está dentro das categorias, é um empréstimo mais vantajoso que o pessoal: as taxas de juros estão entre 20% e 35% ao ano. Além disso, os prazos de pagamento são mais interessantes.

Cheque especial

Pode não parecer, mas o cheque especial é sim um tipo de empréstimo pessoal. Nesse caso, o crédito é disponibilizado automaticamente quando o dinheiro na conta acaba. O pagamento também é automático: assim que o valor cai na conta, ele cobre o que foi usado no cheque.

No entanto, os juros são bastante altos. Desde 6 de janeiro de 2020, a taxa do cheque especial é limitada a 8% ao mês, o equivalente a 151,8% ao ano.

Financiamento

É um modelo de empréstimo em que o dinheiro precisa ter um objetivo claro. Resumidamente, se o consumidor estipula em contrato que o dinheiro será usado em um imóvel, ele não poderá mudar de ideia e comprar um carro.

O financiamento é oferecido tanto por bancos quanto por instituições financeiras. A taxa média de juros é bem baixa: varia de menos de 2,5% a 8,5% ao ano + taxa referencial (TR) ou IPCA.

Refinanciamento imobiliário

Atualmente, o refinanciamento imobiliário é um tipo de empréstimo com grandes vantagens para o consumidor. Além de um prazo maior de pagamento e juros mais baixos que o crédito pessoal, ele é mais fácil de adquirir por quem deseja limpar o nome. Muitas pessoas, aliás, utilizam o valor para tirar o CPF do negativo.

Nesse tipo de empréstimo, o indivíduo solicita o valor e usa um bem imobiliário como garantia de pagamento. Seus juros são  a partir de 1,05% ao mês + correção pelo IGP-M no refinanciamento do imóvel. 

O Banco Central determinou que o empréstimo imobiliário não deve ter nem juros nem prazo de pagamento maior do que o estipulado em contrato. Com isso, há a garantia de que o consumidor não pague mais do que o combinado.

Texto: Gear Seo

CPA 10 e CPA 20: onde posso trabalhar com essas certificações?

Você possui uma das certificações CPA 10 ou CPA 20 e não sabe onde encontrará um trabalho que ela sirva como um diferencial? Veja por completo o artigo que preparamos a seguir e saiba tudo sobre ambas as certificações e os trabalhos que são possíveis arrumar com elas. Continuar lendo CPA 10 e CPA 20: onde posso trabalhar com essas certificações?