4 investimentos que dão um bom retorno financeiro

O mercado de investimentos é muito versátil, com opções capazes de atrair desde os investidores com um perfil mais conservador, até os mais arrojados. Para isso, é possível encontrar dois diferentes tipos de categorias: a renda fixa e a renda variável. 

 

Colocando de forma simples, o primeiro modelo é aquele que possui uma rentabilidade previsível. Enquanto isso, o segundo não existe essa definição prévia, variando conforme o mercado. Eis que pergunto: você sabe em qual investir? 

 

Pense em conectores elétricos. Resumidamente, eles são encontrados em diferentes especificações técnicas, capazes de atender demandas variadas. Os investimentos também são assim, mas em sua própria realidade, que é a econômica. 

 

Nesse cenário, vários fatores podem impactar na escolha, especialmente o valor para iniciar e os riscos que deseja correr. Com base nisso, separamos quatro investimentos capazes de trazer um bom retorno ao mesmo tempo que garante perdas mínimas ou nulas. Confira! 

1. Tesouro Direto

Não dá para falar de investimentos que trazem bons retornos financeiros sem citar o Tesouro Direto. 

 

Desenvolvido pelo Tesouro Nacional, ele costuma ser baseado na compra e na venda de títulos da dívida pública, servindo como uma forma de empréstimo para o Governo Federal que irá retornar para você após um prazo pré-determinado. 

 

O Tesouro Direto pode ser classificado como: 

 

  • Tesouro Selic (LFT); 
  • Tesouro Pré-fixado (LTN); 
  • Tesouro Pré-fixado com Juros Semestrais (NTN-F); 
  • Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal); 
  • Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B).

 

Para conseguir atender diferentes demandas e atrair vários perfis de investidores, o modelo pode ser comparado analogamente com um piso industrial

 

Tenho certeza que para você pareceu algo 100% sem sentido, mas se pensar que os dois possuem vários modelos, tudo começa a entrar nos eixos.

 

Atualmente, o revestimento pode ser de epóxi, concreto polido, vinílico, emborrachado, cimento queimado, etc. 

2. Crédito de Depósito Bancário (CDB)

Como pessoa jurídica, o dono de uma fábrica de placas de sinalização de segurança não pode investir no Crédito de Depósito Bancário, mas como pessoa física, pode. 

 

Isso porque o modelo consiste em um título emitido por unidades bancárias para captar dinheiro por meio de pessoas físicas. 

 

No mercado, ele pode se basear em três versões: a pré-fixada, em que é possível saber quando renderá até o final da aplicação. Pós-fixada, em que haverá variação conforme indicadores, e a híbrida, que mistura ambas as versões. 

 

Um dos principais diferenciais do modelo é a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito, que promove mais proteção. 

3. Letra de Crédito Imobiliária (LCI)

No Brasil, o mercado imobiliário sempre está em movimento, fazendo com que os investimentos neles sejam muito atrativos. O LCI é justamente uma forma segura de aplicar nesse setor, direcionando valores para empreendimentos e atividades do ramo. 

 

É comum que a emissão desses títulos seja feita por bancos públicos ou privados. Ademais, eles também podem ser advindos de instituições comerciais e múltiplas, desde que autorizadas pelo Banco Central. 

 

Vale ressaltar que assim como o CDB, o modelo também conta com um Fundo Garantidor de Crédito de até R$ 250.000,00 por CPF. Assim, em caso de falência da empresa emissora do título, a pessoa que realizou o investimento não sofrerá prejuízos. 

4. Letra de Crédito do Agronegócio (LCA)

Não tão comum no mercado e nos grandes centros urbanos, mas com bons índices de retorno financeiro, o LCA é o título emitido por instituições financeiras para financiar o setor agrícola. 

 

De um modo geral, ele funciona como a Letra de Crédito Imobiliária e também é assegurado pelo Fundo Garantidor de Crédito. Não só isso: ela ainda permite que o investimento inicial seja bem baixo. 

 

O que achou do nosso artigo sobre os investimentos que dão um bom retorno financeiro? Então, compartilhe com seus colegas e deixe o seu comentário!

 

Esse‌ ‌artigo‌ ‌foi‌ ‌escrito‌ ‌por‌ ‌Larissa Rhouse,‌ ‌Criadora‌ ‌de‌ ‌Conteúdo‌ ‌do‌ ‌‌Soluções‌ ‌Industriais‌.

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5 dicas de organização financeira para usar na sua empresa

Como é feita a organização financeira da sua empresa?

A área de finanças é considerada um dos fatores-chave em qualquer modelo de negócio que deseja se tornar um sucesso.

A forma com que uma empresa lida com o dinheiro e conduz a gestão financeira é determinante para garantir sua sustentabilidade e se manter competitiva no mercado.

Pensando nisso, elaboramos um guia com 5 dicas fundamentais para você organizar o setor financeiro da sua empresa.

Convidamos você a dar continuidade à leitura deste conteúdo para descobrir nas próximas linhas que boas práticas você pode implementar para cuidar melhor do dinheiro do seu empreendimento e torná-lo mais lucrativo e financeiramente saudável:

  1. Categorize os custos fixos e variáveis da empresa;
  2. Organize o seu fluxo de caixa e registre todas as movimentações;
  3. Conheça todos os prazos para pagamento e recebimento;
  4. Não misture suas finanças pessoais com as da sua empresa;
  5. Automatize a sua gestão financeira.

Organização financeira: 5 dicas de como organizar o setor financeiro da sua empresa

Em se tratando de organização financeira, cada empresa pode adotar determinadas rotinas e processos que sejam condizentes com sua realidade e especificidades.

No entanto, existem algumas práticas essenciais que todo modelo de negócio precisa adotar para promover uma gestão eficaz das finanças. Confira a seguir quais são elas.

 

1 – Categorize os custos fixos e variáveis da empresa

Nesta primeira dica de como organizar as finanças da empresa, é de extrema importância que você tenha pleno conhecimento sobre a sua cadeia de custos.

Procure identificar e categorizar os custos fixos e variáveis do seu modelo de negócio.

Essa prática é necessária para que você consiga ter maior controle sobre as saídas de caixa e, a partir disso, compreender as contas de maior impacto, realizar os cortes necessários, encontrar maneiras de economizar mais e desenvolver um plano de ação bem estruturado.

 

2 – Organize o seu fluxo de caixa e registre todas as movimentações

A organização financeira de uma empresa também passa pela organização do fluxo de caixa.

É importante que você mantenha o registro atualizado de todas as entradas e saídas de caixa.

Ao registrar diariamente todas as movimentações, será possível fazer projeções mais acertadas e planejar melhor futuros investimentos.

Portanto, anote sempre o valor e a data referente a cada entrada e saída do caixa.

Aproveite e confira neste infográfico mais algumas dicas de como administrar o fluxo de caixa sua empresa e sempre poder contar com o capital que precisa para tocar seu negócio com tranquilidade e de forma sustentável:

https://drive.google.com/file/d/1Hp7riFcrT-QSLJdpn6sE3jcEOjIgudm9/view?usp=sharing 

 

3 – Conheça todos os prazos para pagamento e recebimento

Outro ponto relevante para organizar as finanças da empresa se refere aos prazos das contas a pagar e a receber.

Esse aspecto da gestão financeira é importante porque está diretamente relacionado à necessidade de capital de giro da empresa.

O capital de giro funciona basicamente como uma reserva de emergência. Ele é utilizado para cobrir os custos operacionais da empresa enquanto o dinheiro dos recebíveis ainda não tiver entrado no caixa.

Se o prazo para os pagamentos for maior que o prazo para os recebimentos, então a sua empresa não precisará acionar o capital de giro.

Mas, se o prazo para os pagamentos for menor que o prazo para os recebimentos, será necessário contar com um capital de giro que seja capaz de suprir as contas a pagar.

 

4 – Não misture suas finanças pessoais com as da sua empresa

Parece óbvio, mas muitos empresários insistem em não fazer a devida separação das contas pessoais e da empresa.

A retirada de dinheiro do caixa da empresa para cobrir despesas pessoais pode se mostrar uma prática extremamente danosa para a saúde financeira do negócio.

Portanto, aprenda a separar o joio do trigo. Assim, a sua empresa poderá crescer de maneira mais rápida e saudável. 

 

5 – Automatize a sua gestão financeira

Graças aos avanços tecnológicos, hoje em dia você pode contar com a ajuda de softwares especializados para manter as finanças da sua empresa sempre organizadas.

Nesta última dica de como organizar as finanças da empresa, invista em um sistema de gestão financeira. Com esse tipo de solução, é possível automatizar várias tarefas manuais, ter maior controle sobre as receitas e despesas e acessar gráficos e relatórios sobre o desempenho financeiro da empresa.

Assim, você poderá se dedicar mais em gerar valor para o seu negócio.

 

E aí, esse guia com dicas sobre organização financeira foi útil para você?

Implemente as boas práticas que citamos aqui e obtenha um bom desempenho financeiro no seu modelo de negócio.

 

Este post foi escrito pela equipe da Nfe.io, um sistema de emissão e controle de notas fiscais através de API NFe tarefas chatas e faz sua empresa ganhar tempo, performance e diminuir custos.

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