Diferentes produtos para polimento

O que pisos, móveis e carros têm em comum? Simples: todos precisam ser polidos periodicamente.

Este procedimento, quando bem feito, melhora, consideravelmente, a estética destes objetos, deixando-os com cara de novos sem a necessidade de um investimento proibitivo.

Contudo, este serviço vai muito além de simplesmente espalhar cera ou resina sobre um objeto com uma flanela qualquer.

É preciso levar alguns aspectos em consideração, como o material do item, seu estado de conservação, o local onde é usado, entre outros.

Aprenda, neste post, algumas informações importantes a respeito do polimento, como ele é feito, o que é necessário e como obter melhores resultados.

Para que serve o polimento?

O polimento é um procedimento no qual espalha-se um material desenvolvido especificamente para dar brilho em uma superfície, seguindo orientações de boas práticas.

Por mais que ele, normalmente, seja feito visando uma melhora na aparência do objeto, esta não é sua única serventia.

Em alguns casos, a pasta para polimento também pode criar uma espécie de camada protetora sobre o item, melhorando sua durabilidade e resistência.

Quais itens podem ser usados no polimento?

Para que o polimento seja bem feito, é preciso contar com uma série de materiais e apetrechos, bem como mão de obra especializada.

Confira alguns dos itens que são usados para maximizar os resultados do procedimento:

1. Pastas e resinas

O primeiro passo para que o polimento dê bons resultados é contar com a pasta correta para o item a receber o tratamento.

Por exemplo, ao polir um piso de porcelanato, é preciso que a substância seja específica para este material.

Uma resina para polir madeira, por exemplo, não é a melhor escolha.

Na dúvida, vale a pena consultar um especialista na área. Ao escolher o material para o polimento de um móvel de madeira.

Vale a pena consultar um moveleiro, que conheça as propriedades do material e possa indicar a melhor resina para o procedimento.

No caso do polimento de porcelanato, é importante consultar um arquiteto, ou, até mesmo, a casa de material de construção onde o revestimento foi adquirido.

2. Discos e estopas

Além de escolher a pasta adequada, é preciso contar com um apetrecho que permita a sua correta aplicação sobre a superfície a ser polida.

No caso do polimento automotivo, o procedimento deve ser feito com a ajuda de uma estopa macia, que não cause arranhões na lataria do veículo.

Já no caso de móveis, o procedimento é um pouco diferente: antes de polir a superfície, é preciso remover o verniz que já está presente, o que pode ser feito com a ajuda de uma lixa.

Em seguida, é preciso fazer uma limpeza com álcool e, só depois, aplicar a pasta – o que, nesta situação, deve ser feito com um pincel de cerdas macias, que não danifique a madeira.

Por fim, o polimento de pisos também tem a sua particularidade: ao contrário de um carro ou de uma peça de mobília, a superfície a receber o tratamento costuma ser de grande extensão.

Por conta disso, a melhor opção é contar com um equipamento específico, que agilize o trabalho, como veremos a seguir.

3. Enceradeira (opcional)

A enceradeira é um equipamento desenvolvido especialmente para facilitar tanto a manutenção quanto a limpeza de pisos, caso eles não contem com impermeabilização ou polimento definitivo de fábrica.

Ela pode ser usada nos seguintes procedimentos:

  • Polimento de superfícies diversas;
  • Limpeza de superfícies revestidas em carpet;
  • Preparação de pisos, previamente à aplicação de cera;
  • Remoção de manchas de pisos de pedra;
  • Raspagem de concreto.

Entretanto, vale ressaltar que, para cada uma dessas funções, é preciso um acessório específico.

Por exemplo, no caso do polimento, é necessário contar com um disco para enceradeira, apetrecho que ajuda a espalhar a pasta, garantindo mais eficiência e um resultado mais homogêneo.

Quais cuidados devem ser tomados no polimento?

Assim como em qualquer outro serviço de manutenção, o polimento requer alguns cuidados.

O primeiro é espalhar a massa com movimentos circulares, quando a superfície a receber o tratamento é um carro ou um piso.

Do mesmo modo, deve-se evitar que ela seja exposta ao sol antes que a pasta seque por completo. Caso contrário, o resultado final pode ser prejudicado.

Além disso, é preciso evitar o contato da pasta com locais sensíveis, como o nariz e os olhos. Quando ele acontece, pode haver irritações e reações alérgicas.

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