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	<title>Guia de Investimento – Como investir na bolsa de valores &#187; Artigos</title>
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		<title>Resumo do livro Pai Rico Pai Pobre</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 06:17:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guia de Investimento</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Investidor Conhecimento Iniciante]]></category>
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Pai Rico Pai Pobre &#8211; Resumo
Certamente você já ouviu falar sobre o livro pai rico pai pobre. Disponibilizamos abaixo um breve resumo deste livro fantástico que já vendeu dezenas de milhões de cópias e que vem mudando a vida de muita gente.  Para ver os preços deste livro, acesse este link aqui!
O livro conta a história de Robert Kiyosaki e seu amigo Mike. Robert era filho de um professor universitário, que tem o privilégio de ter a orientação de dois pais, um rico e outro pobre.
O pai rico que chamamos é pai de seu amigo Mike, e o pai pobre é seu pai, um homem muito instruído e inteligente. Ambos homens influentes e bem sucedidos em suas carreiras, embora um sempre com dificuldades financeiras. Os dois acreditam na educação, mas com visões diferentes. Um dizia: &#8220;O amor ao dinheiro é a raiz de todo o mal&#8221; o outro &#8220;A falta ...


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			<content:encoded><![CDATA[<div id="in_post_ad_left_1" style="float:left;margin: 3px;padding: 0px;"><script type="text/javascript"><!--
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</script></div><h3>Pai Rico Pai Pobre &#8211; Resumo</h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Certamente você já ouviu falar sobre o livro pai rico pai pobre. Disponibilizamos abaixo um breve resumo deste livro fantástico que já vendeu dezenas de milhões de cópias e que vem mudando a vida de muita gente.  Para ver os preços deste livro, acesse <a title="Livro Pai rico pai pobre" href="http://links.lomadee.com/MEFBLTtlWlBCRFZrMjsxMDM5MDYwNTswOzE3NjsyODE5NjswO0JS.html" target="_blank">este link aqui!</a></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">O livro conta a história de Robert Kiyosaki e seu amigo Mike. Robert era filho de um professor universitário, que tem o privilégio de ter a orientação de dois pais, um rico e outro pobre.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">O pai rico que chamamos é pai de seu amigo Mike, e o pai pobre é seu pai, um homem muito instruído e inteligente. Ambos homens influentes e bem sucedidos em suas carreiras, embora um sempre com dificuldades financeiras. Os dois acreditam na educação, mas com visões diferentes. Um dizia: &#8220;O amor ao dinheiro é a raiz de todo o mal&#8221; o outro &#8220;A falta de dinheiro é a raiz de todo o mal&#8221;.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Um dos pais recomendava &#8220;Estude arduamente para poder trabalhar em uma boa empresa&#8221; o outro falava &#8220;Estude arduamente para comprar uma empresa&#8221;.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Através dessas opiniões tão divergentes Robert teve a oportunidade de optar por qual dos pais iria dar ouvidos, sendo assim resolveu seguir os conselhos do pai rico.</span></h3>
<p><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><br />
</span></p>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Robert e seu amigo Mike estudaram em uma escola pública onde todas as crianças dessa escola eram filhos de pessoas ricas. Foi então que Robert começou a indagar seu pai, como ele poderia ficar rico, seu pai não soube lhe explicar. No dia seguinte Robert propôs a seu amigo Mike uma sociedade para ambos ficarem ricos. Infelizmente seu primeiro negócio foi um fracasso. O pai de Robert reconheceu o esforço doas meninos, foi em tão que ele aconselhou à eles que fossem pedir conselhos sobre como ficar rico com o pai de Mike &#8220;Pai rico&#8221;.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Foi a partir desse momento que Robert e Mike começaram a trabalhar e estudar como o pai rico, que lhes ofereceu um emprego em uma de suas lojas.<a title="Livro pai rico pai pobre" href="http://links.lomadee.com/MEFBLTtlWlBCRFZrMjsxMDM5MDYwNTswOzE3NjsyODE5NjswO0JS.html" target="_blank"><img class="alignright size-full wp-image-1050" title="pai-rico-pai-pobre" src="http://www.guiadeinvestimento.com.br/wp-content/uploads/2010/02/pai-rico-pai-pobre.jpg" alt="" width="360" height="493" /></a><br />
</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">O pai rico mostra a importância de termos objetivos e persistência, e que devemos fazer com que o dinheiro trabalhe para nós ao invés de trabalharmos para o dinheiro.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">E não importa o quanto se ganha, mas sim o quanto se guarda. Para construir um grande império, um sonho devemos planejar e construir em bases sólidas. Sem construirmos sem planejarmos, assim com muitas pessoas o fazem, esse império não vai durar muito tempo.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Muitos se preocupam em ter, não em saber, para um dia ser uma pessoa rica. A diferença entre o Ativo e o Passivo é: * O Ativo coloca dinheiro no seu bolso, * O Passivo tira dinheiro do seu bolso.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">O dinheiro só acentua o padrão de fluxo de caixa que está na sua mente. Se seu padrão for gastar tudo o que ganha, o mais provável é que um aumento de dinheiro disponível, apenas resulte em um aumento de despesas.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">O que falta na educação não saber como ganhar dinheiro, mas como gasta-lo, o que fazer com ele depois de tê-lo ganho.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Os ricos compram ativos, os pobres só tem despesas e a classe média compra passivos, pensando que são ativos.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Para o autor os vários reais que devemos adquiri são agrupados em várias categorias:</span></h3>
<p><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><br />
</span></p>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Se tiver que trabalhar nos negócios, não é negócio;</span></h3>
<ul>
<li><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Ações;</span></li>
<li> Títulos;</li>
<li>Fundos Mútuos;</li>
<li>Imóveis que geram renda;</li>
<li>Promissória;</li>
</ul>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Compre ativos que goste, pois o que você gosta, você cuida. Nos estados unidos, os impostos que originalmente foram criados para que houvesse uma taxação sobre os mais ricos, com o passar do tempo começaram a incidir sobre a classe média e daí para baixo, penalizando assim quem os aprovou mediante votação.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Sendo assim faz-se necessário o conhecimento do sistema legal, juntamente com a contabilidade para que se possa adequar os investimentos à menor incidência de impostos. E nesse aspecto a sociedade anônima constitui uma excelente ferramenta. Pois além de proteger os ativos sob um manto de artifícios legais, faz com que os impostos incidam sobre o saldo do faturamento menos todos os gastos, enquanto que para uma pessoa física o desconto do imposto dá-se na fonte de sua renda.</span></h3>
<p><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><br />
</span></p>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Todos os indivíduos possuem uma gama de atributos para que possam tornar-se empreendedores bem sucedidos. E, por que isso não ocorre?</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">A principal causa á a falta de autoconfiança, pois no mundo fora dos centros de informação (escolas) são exigidas habilidades que lá não foram desenvolvidas, tais como garra, ousadia, coragem, audácia, esperteza e tenacidade, entre outras.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Por isso precisamos desenvolver nossa capacidade de avaliar e assumir riscos administrando-os em cada oportunidade que nos aparece, pois a tendência natural é a busca da segurança que geralmente não é a melhor escolha para sermos bem sucedidos em nossos empreendimentos.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Os empreendedores encontram oportunidades onde a grande maioria não as vê, assumem riscos baseando-se em conhecimentos financeiros contábeis e jurídicos capazes de tornarem estes riscos calculáveis e então entrar no &#8220;jogo&#8221; do mercado para sonhar, e se fracassarem sabem que isso faz parte da busca do sucesso e usam isso para tornarem-se mais atentos na próxima oportunidade e assim vão cumulando ativos ao longo da vida ao passo que as pessoas que não desenvolveram esta inteligência financeira passaram o tempo inteiro fazendo contas de como saldar suas dívidas, reclamando do patrão e do governo, quando na verdade o que poderia mudar sua situação financeira seria uma mudança de atitude frente às oportunidades, passando da acomodação à ação.</span></h3>
<p><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><br />
</span></p>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Robert diz que um profissional deve se preocupar em apreender, em ampliar seus conhecimentos, independente do Roma de negócios que venha escolher. Não devemos trabalhar pensando exclusivamente em um salário melhor ou em um emprego mais estável, mais duradouro, porque se nos especializarmos em uma única área ficaremos dependente deste mercado, e por tanto, vulnerável profissionalmente.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Devemos desenvolver habilidades e conhecimento gerais que nos servirão para administrar o nosso negócio. Algumas habilidades como vendas e entendimento de organização são básicas para que qualquer atividade possa ter sucesso.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Se você aprender a vender bem a sua idéia, independente de qual seja, terá sucesso. Se você aprender a administrar bem o seu negócio, na área financeira, pessoal, independente de qual seja, terá sucesso.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Quanto melhor você se comunicar, negociar a administrar mais sucesso terá. Devemos aprender que também devemos ser eternos alunos e eternos professores, que devemos dar para poder receber.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Mesmo as pessoas alfabetizadas financeiramente, podem ter problemas para sua independência financeira. Algumas razões são: Medo &#8211; Não existe nada de errado em perder dinheiro, o importante é ter a coragem de encarar o medo e o risco.</span></h3>
<p><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><br />
</span></p>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">&#8220;Se você odeia risco e preocupação &#8230;. comece cedo&#8221;</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Nunca encontraremos um vencedor que nunca passou por perdas e fracassos. Para os vencedores o fracasso é uma inspiração, para os perdedores uma derrota.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Se você for do tipo que não aceita perder, fique com a segurança. Se quiser enfrentar o fracasso, vá a luta, ache seu foco e encare as perdas como fonte de inspiração.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Superar o Ceticismo &#8211; Existem aquelas pessoas pessimistas que procuram a todo o momento razões para achar que algo não vai dar certo, influenciando negativamente a si e aos que o rodeiam.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Idéia com esta fazem pessimistas andarem para traz, pois escolhem ficar com a segurança, enquanto que os ricos que não dão ouvidos ao medo, encaram os desafios.</span></h3>
<p><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><br />
</span></p>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Preguiça &#8211; Preguiça não é o nome que se da para aquelas pessoas que não gostam de trabalhar. Muitos profissionais ocupados demais, muitas vezes com a desculpa de excesso de trabalho estão é fugindo de algo mais, de encarar algo novo, do desfio. Isto também chamamos de preguiça. Podemos lutar contra essa forma de preguiça, desenvolvendo dentro de nós uma ambição, positiva é claro, que nos faz parar de dizer frases como &#8220;Isso eu não posso comprar&#8221; e nos faz com que digamos &#8220;O que tenho que fazer para comprar isto?&#8221;</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Maus Hábitos &#8211; Nossa vida é um reflexo de nossos hábitos de nossa educação. O empresário dito como correto sempre paga primeiro suas obrigações e depois se sobrar paga a si próprio.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Se pagarmos a nós em primeiro lugar, teremos que trabalhar mais, pois nossas obrigações somos obrigados a pagar, com isso, teremos criado uma nova fonte de motivação. Arrogância é ego mais ignorância &#8211; O que sei, me faz ganhar dinheiro, o que não sei me faz perder. Muitas pessoas usam a arrogância para disfarçar sua ignorância sobre determinado assunto. Quando você for ignorante sobre determinado assunto não se acomode, não se envergonhe, busque algo ou alguém que lhe de este conhecimento.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Em cada um de nós reside um gênio financeiro, para algumas pessoas este gênio está adormecido, pois nossa cultura nos ensina que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Nossa cultura nos ensina a trabalhar pelo dinheiro e não o dinheiro a trabalhar para nós, nos ensina a não nos preocupar com o futuro financeiro. Devemos definir os &#8220;não quero&#8221; e os &#8220;quero&#8221; na vida, ou seja, não quero perder dinheiro, não quero trabalhar a vida inteira, não quero ser empregado, os &#8220;não quero&#8221;, eles criam os &#8220;quero&#8221;, exemplo, quero ser livre para viajar por todo o mundo e viver o estilo de vida que gosto, quero controlar meu tempo e minha vida.</span></h3>
<p><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><br />
</span></p>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Acredite que você é capaz, vá atrás de seus sonhos, realize-os. Para tanto, segundo o autor existem 10 passos importantíssimos para se seguir:</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong>1° </strong>- Encontrar razão maior que a realidade, tenha um objetivo, algo motivador, escolha o que você quer!</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Pessoas arrogantes e críticas são muitas vezes, pessoas com baixa auto-estima, que têm medo de assumir riscos.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong>2°</strong> &#8211; O poder da escolha, você escolhe as opções que colocam você mais próximo de seus objetivos.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong>3°</strong> &#8211; Escolha seus amigos, não somente por sua situação financeira, mas sim, pelo que essa pessoa possa lhe transmitir de ensinamentos e conhecimentos, bons ou ruins, bons para que você possa fazer o mesmo e ruins para que você nunca faça.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong>4°</strong> &#8211; Domine uma fórmula de fazer algo cada vez melhor e mais rápido, isto serve também para ganhar dinheiro.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong>5°</strong> &#8211; Autodisciplina, ou seja, pague primeiro a si mesmo, mesmo sem dinheiro, pague a si mesmo primeiro, porque a partir daí você usará a cobrança de seus credores como motivação e determinação para conseguir o quer.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong>6°</strong> &#8211; Pague bem as pessoas que trabalham para você, principalmente aquelas que lhe ajudam a ganhar dinheiro.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong>7°</strong> &#8211; Sempre que emprestar, solicite de volta, sempre observe o retorno sobre o investimento: são os ativos que você obtém de graça depois que você recebe seu dinheiro de volta. Isso é inteligência financeira.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong>8°</strong> &#8211; Ativos compram supérfluos, ou seja, concentre-se em como ganhar dinheiro fazendo o dinheiro trabalhar por você, coloque seu desejo de consumir para motivar seu gênio financeiro a investir.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong>9°</strong> &#8211; A necessidade de heróis, temos a necessidade de nos espelhar em alguém positivo, pessoas bem sucedidas como exemplo, porque se eles conseguiram nós também conseguiremos.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong>10°</strong> &#8211; Doe antes de receber, sempre que puder doe algo a alguém principalmente conhecimento. Isto é uma ação, e toda a ação tem uma reação.</span></h3>
<p><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><br />
</span></p>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Há muita gente que quer fazer, em lugar de pensar, e há gente que pensa mas não faz. As duas formas juntas são ótimas, devemos adorar idéias e adorar agir. Pare de fazer o que não funciona e procure algo novo para fazer. Não desista de uma idéia antes de tentar, compre livros, faça cursos, busque novas idéias, converse com alguém que já tenha feito o que você quer fazer, peça dicas.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Quando estiver comprando faça ofertas mínimas, sem a vergonha e o medo, e quando estiver vendendo sempre peça o máximo possível. Quando algo envolve dinheiro seja profissional, esperto, queira só ganhar.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Pessoas que pensam pequeno não conseguem grandes oportunidades, comece pensando grande e termine pensando maior ainda.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Você precisa agir antes de poder receber recompensas financeiras. Aja agora!</span></h3>
<p><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><br />
</span></p>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><span style="text-decoration: underline;">Pai Rico Pai Pobre resumão:</span></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Pai Rico, Pai Pobre conta à história do norte-americano Robert Kiyosaki. Ele conseguiu ser um investidor de sucesso e conquistar a independência financeira. A alfabetização financeira de Robert começou aos nove anos, com lições do pai de um amigo, a quem o autor passou a chamar de &#8220;Pai Rico&#8221;. Foi dele que Robert recebeu as primeiras noções sobre o valor do dinheiro. Conselhos bem diferentes dos dados por seu verdadeiro pai, a quem chama de &#8220;Pai Pobre&#8221;.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">O objetivo deste livro é o de partilhar percepções quanto à maneira como uma maior inteligência financeira pode ser empregada para resolver muitos dos problemas comuns da vida. Sem treinamento financeiro, freqüentemente recorremos a fórmulas padronizadas para levar a vida, como trabalhar com afinco, poupar, fazer empréstimos e pagar impostos demais.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Segundo o autor, cada indivíduo tem o poder de determinar o destino do dinheiro que chega às mãos. A escolha é de cada um. A cada dia, a cada nota, decidimos ser rico, pobre ou classe média. Dividir este conhecimento com os filhos é a melhor maneira de prepará-los para o mundo que os aguarda. Ninguém mais o fará.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">No livro há comparações entre o pai rico e o pai pobre, tendo como principal diferença a Inteligência financeira. Uma combinação de várias habilidades e talentos, que necessitam também de sólidos conhecimentos em quatro grandes áreas: Contabilidade (capacidade de ler e entender demonstrações financeiras, permitindo identificar os pontos fortes e fracos de qualquer negócio), investimento, conhecimento da lei (como utilizar vantagens tributárias) e entendimento dos mercados.</span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Segundo o autor, a educação formal não prepara as crianças para a vida real, e boas notas e formação não bastam para garantir o sucesso de alguém. A diferença está entre ter o controle do próprio destino ou não. O livro traz lições para controlar o destino e tornar-se bem-sucedido.</span></h3>
<p><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><br />
</span></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="590" height="478" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0OjjbjfTsn8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="590" height="478" src="http://www.youtube.com/v/0OjjbjfTsn8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Investir na bolsa de valores</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 09:54:52 +0000</pubDate>
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Números no Brasil e na estável economia dos EUA desmentem a tese de que a Bolsa ganha no longo prazo.
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Como Investir na bolsa pela internet?
Curso online  investir na bolsa de valores para iniciantes

Reza uma máxima do mercado que investir em ações no longo prazo é bom negócio. Mas, antes mesmo de se analisar os números &#8211; que no Brasil e até mesmo numa economia estável como a dos Estados Unidos desmentem essa afirmação -, há motivos de sobra para se desconfiar de sua veracidade: não por acaso, o ganho com bolsa de valores é chamado de &#8220;the hardest easy money&#8221;, ou o dinheiro fácil mais difícil de ganhar.
Bolha de sabão. 
Ganham os que sabem a hora de entrar e a de sair. Historicamente, nenhuma alta da Bolsa de valores sustenta-se por muito tempo ...


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<li><a href='http://www.guiadeinvestimento.com.br/perder-dinheiro-na-bolsa-8-razoes/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Perder dinheiro na Bolsa &#8211; 8 razões'>Perder dinheiro na Bolsa &#8211; 8 razões</a></li>
</ol>]]></description>
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</script></div><h3>Investir na bolsa de valores</h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><em>Números no Brasil e na estável economia dos EUA desmentem a tese de que a Bolsa ganha no longo prazo.</em></span></h3>
<p><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Talvez você  também goste de alguns destes nossos artigos:<br />
</span></p>
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<li><a title="Curso online investir bolsa de valores" href="http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao9351&amp;id=9661&amp;url=cursos/bolsa.asp" target="_blank">Curso online  investir na bolsa de valores para iniciantes</a></li>
</ul>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><strong>R</strong>eza uma máxima do mercado que </span><span style="font-weight: normal;">investir em ações no longo prazo</span><span style="font-weight: normal;"> é bom negócio. Mas, antes mesmo de se analisar os números &#8211; que no Brasil e até mesmo numa economia estável como a dos Estados Unidos desmentem essa afirmação -, há motivos de sobra para se desconfiar de sua veracidade: não por acaso, o ganho com </span><span style="font-weight: normal;">bolsa de valores</span><span style="font-weight: normal;"> é chamado de &#8220;the hardest easy money&#8221;, ou o dinheiro fácil mais difícil de ganhar.</span></strong></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><a href="http://www.guiadeinvestimento.com.br/wp-content/uploads/2010/02/investir-na-bolsa-1.gif" rel="lightbox[842]"><img class="alignleft size-full wp-image-843" title="Investir na bolsa de valores" src="http://www.guiadeinvestimento.com.br/wp-content/uploads/2010/02/investir-na-bolsa-1.gif" alt="" /></a><strong>Bolha de sabão. </strong><br />
Ganham os que sabem a hora de entrar e a de sair. Historicamente, nenhuma alta da </span><span style="font-weight: normal;">Bolsa de valores </span><span style="font-weight: normal;">sustenta-se por muito tempo em que a economia brasileira foi assolada pela hiperinflação. Tomando-se como base 100 e descontada a inflação pelo IGPDI, de 1986 para cá, ano em que o CDI passou a existir, esse título acumulou uma alta de 687,2%, enquanto o Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, rendeu 298,4% (veja gráfico).</span></strong></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;">No Brasil, os dados mostram que nos últimos 14 anos o <a title="Bovespa" href="http://www.bovespa.com.br/" target="_blank">Ibovespa</a> levou uma lavada do CDI, o Certificado de Depósito Interbancário, um título de renda fixa de baixo risco que reflete o juro praticado no mercado financeiro. Nos Estados Unidos, estudos revelam praticamente um empate entre renda fixa e variável, ou seja, a fixa oferece uma relação entre risco e retorno mais vantajosa para o investidor.</span></strong></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;">Por falta de base estatística mais longa,a comparação feita no Brasil não é ideal porque pega um período em que a economia brasileira foi assolada pela hiperinflação. Tomando-se como base 100 e descontada a inflação pelo IGPDI, de 1986 para cá, ano em que o CDI passou a existir, esse título acumulou uma alta de 687,2%, enquanto o Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, rendeu 298,4% (veja gráfico).</span></strong></span></h3>
<p><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></strong></span></p>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><strong>COVARDIA. </strong>Chega a ser uma covardia colocar os juros praticados na época para segurar preços incontroláveis frente a frente ao retorno das ações de empresas com crescimento prejudicado pelo cenário econômico, agravado por diversos planos que deram errado e por uma abertura selvagem ao mercado externo. E mesmo assim, quantas vezes o investidor brasileiro teve de ouvir aquela máxima durante esse período?</span></strong></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><em>&#8220;Dizer que o investimento em ações é bom negócio no longo prazo é um mito. Pelo menos no Brasil, onde o mercado não tem estabilidade e não existe uma lei de sociedades anônimas que proteja o investidor&#8221;</em>, diz Carlos Augusto Levorin, diretor da ClickInvest Gestão de Ativos, ex-corretora Síntese. <em>&#8220;Aqui, para se ganhar dinheiro é preciso aproveitar os picos, sabendo a hora de entrar e a de sair, independentemente de prazos. É preciso ser jogador&#8221; </em>, diz. E completa: <em>&#8220;O gerente do banco nunca dirá a seu cliente que é hora de sair do fundo de ações&#8221; </em>.<a href="http://www.guiadeinvestimento.com.br/wp-content/uploads/2010/02/investir-na-bolsa-2.gif" rel="lightbox[842]"><img class="alignright size-medium wp-image-844" title="Investir na bolsa de valores" src="http://www.guiadeinvestimento.com.br/wp-content/uploads/2010/02/investir-na-bolsa-2-300x203.gif" alt="" /></a></span></strong></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></strong></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><strong>BALELA. </strong>Seja em relação ao mercado brasileiro ou norte-americano, Fausto de Arruda Botelho, diretor da Enfoque Gráfico e especializado em análise técnica (grafista) de mercados de risco, é cético quanto ao bom retorno das ações no longo prazo.<em>&#8220;Isso é uma balela. A Bolsa de Nova York só se recuperou do crash de 1929 depois de 25 anos&#8221; </em>, diz.</span></strong></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;">O prazo de, por exemplo, 20 anos, contido nesse período de 25 anos que a Bolsa norte-americana levou para se reerguer, é considerado longo e não trouxe qualquer alegria para o investidor. Em compensação, quem entrou na Bolsa norte-americana há cinco anos ainda não sabe o que é perder dinheiro. O que leva a crer que o ganho não depende da duração do investimento, e sim dos momentos certos em que se compram e se vendem as ações.</span></strong></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;">Segundo Botelho, essa conversa de que investir na Bolsa a longo prazo é um bom negócio começou a se difundir no Brasil principalmente nos anos 70. &#8220;Na época, servia para consolar as pessoas que viram suas ações virarem pó em 1972, com o início da crise do petróleo&#8221;, diz.</span></strong></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></strong></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><strong>RESPALDO. </strong>Já que a comparação entre renda fixa e renda variável não encontra bases ideais no Brasil &#8211; a hiperinflação e suas conseqüentes mudanças de moeda interromperam as séries estatísticas e distorceram a economia -, tentemos o exemplar mercado norte-americano.</span></strong></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;">Um gráfico publicado no livro Valuing Wall Street, de Andrew Smithers e Stephen Wright, mostra que a média histórica do retorno real (descontada a inflação) do mercado acionário norte-americano desde 1900 é de &#8211; pasme! &#8211; 6,75% ao ano. O estudo é cuidadoso: para calcular o retorno médio ao investidor, o levantamento tirou uma média dos horizontes de aplicação, variando de um a 30 anos, por considerar que diferentes investidores ficam com o papel durante períodos diversos.</span></strong></span></h3>
<p><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></strong></span></p>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><strong>EMPATE. </strong>Comparando esse retorno de 6,75% da Bolsa norte-americana com o yield (principal mais juros) dos bônus de 20 e 30 anos do governo dos Estados Unidos, o resultado é quase um empate. Henry Kaufman, no livro On Money and Markets, mostrou que o yield desses bônus desde maio de 1950 chega a pouco mais de 6%. Com um detalhe: são aplicações praticamente livres de risco. </span></strong></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;">Julio Ziegelmann, diretor da BankBoston Asset Management, e Jorge Simino Jr., diretor da Unibanco Asset Management, trabalham com estatísticas diferentes. Segundo eles, uma das premissas que utilizam para fazer cálculos do fluxo de caixa descontado, a fim de avaliar o preço justo das ações, é de que a Bolsa norte-americana oferece um retorno vantajoso sobre os bônus do governo, desde 1926.</span></strong></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;">Segundo Simino, a diferença gira em torno de 5,5 pontos porcentuais para as ações mais negociadas, e de 7,6 entre as small caps, sobre as obrigações de longo prazo do governo, segundo os autores Zvi Bodie, Alex Kane e Alan Marcus, de acordo com uma simples média geométrica. Não é o que mostram os dados de Kaufman e de Andrew Smithers e Stephen Wright. <em>&#8220;Talvez essa contradição entre os números deva-se ao tipo de cálculo. O outro levantamento (de Smithers e Wright) é mais sofisticado porque tira a média do investimento médio&#8221; </em>, diz Simino.</span></strong></span></h3>
<p><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></strong></span></p>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><strong><a href="http://www.guiadeinvestimento.com.br/wp-content/uploads/2010/02/investir-na-bolsa-3.gif" rel="lightbox[842]"><img class="alignleft size-medium wp-image-845" title="Investir na bolsa de valores" src="http://www.guiadeinvestimento.com.br/wp-content/uploads/2010/02/investir-na-bolsa-3-300x196.gif" alt="" /></a>NOVA ERA </strong>. Se nos últimos 14 anos a Bolsa perdeu feio para o CDI &#8211; é um fato, apesar (e por causa) de todas as aberrações da economia brasileira -, analistas estimam que a partir de agora se inicia uma nova era, de estabilidade e crescimento promovido por juros baixos.</span></strong></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><em>&#8220;De agora em diante, a tendência é de que investir em Bolsa vire uma coisa normal e que ela deixe de ser vista como um cassino&#8221; </em>, diz Luís Eduardo Assis, diretor de administração de recursos do HSBC. Segundo ele, ainda hoje a Bolsa brasileira oscila a reboque dos fatos macroeconômicos. Com a estabilidade, porém, passará a refletir principalmente a rentabilidade das empresas. </span></strong></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;">E essa rentabilidade, na opinião de Gina Baccelli, economista-chefe da Lloyds Asset Management (LAM), tende a crescer muito porque as empresas brasileiras ficaram mais competitivas e eficientes para conseguir sobreviver num ambiente cambial hostil.</span></strong></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;">Antes, com os juros altos, o aplicador tinha um bom retorno para um risco baixo. <em>&#8220;De agora em diante, o investidor vai ter de aprender a conviver com o risco para conseguir retorno&#8221; </em>, diz Paulo de Sá Pereira, diretor de estratégia de investimentos da LAM.</span></strong></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;">Ao se falar em nova era de crescimento e estabilidade no Brasil, em que a Bolsa passaria a ter uma alta consistente ao longo do tempo, não dá para não citar alguns capítulos do livro Irrational Exuberance, do economista Robert J. Shiller, professor da Yale University. Shiller descreveu, desde 1900, as expansões do mercado acionário norte-americano que estiveram associadas às percepções das pessoas de que o futuro seria mais brilhante ou menos incerto do que o passado. O termo nova era foi, até mesmo, usado diversas vezes para descrever esses momentos, que tiveram a duração interrompida ao contrário do que se imaginava.</span></strong></span></h3>
<p><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></strong></span></p>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><strong>INSUSTENTÁVEL. </strong>Para provar que as altas da Bolsa são insustentáveis depois de um certo período, como bolhas de sabão que estouram, e que o fenômeno não se atém apenas aos Estados Unidos, Shiller compilou as maiores altas de Bolsas de 36 países. O período de maior alta durante cinco anos é fatalmente seguido por outro, com igual duração, de correção de preços (veja alguns desses países na tabela). É o que ele chama de bolhas especulativas, em geral associadas ao efêmero entusiasmo das ditas novas eras.</span></strong></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;">A Bolsa da estável economia norte-americana mostra-se uma verdadeira montanha-russa. Ou o caso típico de um paciente maníaco-depressivo. Segundo o retrospecto de Shiller, o sobe-e-desce começa em 1901, com a euforia do novo século e a chegada de adventos tecnológicos como o trem que iria correr a 150 milhas por hora, a primeira transmissão de rádio atravessando o Oceano Atlântico e as previsões de que em breve haveria comunicação entre a Terra e Marte por meio do rádio.</span></strong></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;">Os jornais publicavam histórias de porteiros e camareiras que haviam feito fortuna na Bolsa. Além disso, numerosas associações, fusões e formação de trustes levavam a crer que as empresas iriam crescer como nunca, unindo forças e acabando com a competição. O balde de água fria veio em março de 1902, quando Roosevelt ressuscitou uma lei antitruste de 1890.<a href="http://www.guiadeinvestimento.com.br/wp-content/uploads/2010/02/investir-na-bolsa-4.gif" rel="lightbox[842]"><img class="alignright size-medium wp-image-846" title="Investir na bolsa de valores" src="http://www.guiadeinvestimento.com.br/wp-content/uploads/2010/02/investir-na-bolsa-4-300x198.gif" alt="" /></a></span></strong></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></strong></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;"><strong>IMAGINÁRIO. </strong>Outra nova era emblemática foi a dos anos 20, de grande crescimento econômico nos EUA, mas que não foi além de uma quinta-feira de outubro de 1929. Em meados da década de 50, anunciou-se mais uma era mágica. A televisão ajudou a mexer com o imaginário das pessoas que, enfim, podiam visualizar o progresso.</span></strong></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;">Na década de 60, Kennedy era visto como a encarnação do otimismo nacional e a força do mercado de ações. Na época, chegou-se a pensar que a Bolsa era escudo contra a inflação. A barreira psicológica dos mil pontos do Dow Jones foi quebrada, mas durou pouco, até a crise do petróleo, nos anos 70. E por aí vai.</span></strong></span></h3>
<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong><span style="font-weight: normal;">Tudo isso para resultar numa rentabilidade média anual de 6,75% no longo prazo. Prazo em que &#8211; como já disse o grande economista John Maynard Keynes &#8211; estaremos todos mortos</span></strong></span></h3><div id="in_post_ad_bottom_1" style="clear:both;margin: 5px;padding: 0px;"><p class="style3"; align="left"><span class="style3"><strong>Encontre o que você procura: </strong></span>
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		<title>Investidor de sucesso &#8211; Bielfeldt</title>
		<link>http://www.guiadeinvestimento.com.br/investidor-de-sucesso-bielfeldt/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 05:31:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guia de Investimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Investidor Conhecimento Intermediário]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>

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Investidor de sucesso &#8211; Bielfeldt
Se você não sabe quem foi Bielfeldt, sua história vale a pena ser lida  Sem dúvida um investidor de sucesso e polêmico com muitas histórias nas ultimas decadas:
- Bielfeldt começou sua carreira de operações com um investimento de apenas $ 1.000 dólares. 


- Em 1965, Bielfeldt tinha cuidadosamente elevado seu capital inicial de $ 1.000 dólares para $ 10.000 dólares. Baseado em sua avaliação fundamentalista do mercado de soja, bem como nas opiniões coincidentes de seu professor de economia, Thomas Hieronymus, Bielfeldt acreditava fortemente que os preços subiriam.
- Numa jogada de tudo ou nada, ele comprou 20 contratos de soja, uma exposição extremamente arrojada, dado o tamanho de sua conta, $ 10.000 dólares. Um declínio de 10 centavos teria dizimado por completo a sua conta, enquanto que um pequeno declínio teria sido suficiente para zerá-la através de uma chamada para reforço de margem. Inicialmente, os preços de ...


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</script></div><h3>Investidor de sucesso &#8211; Bielfeldt</h3>
<h5><span style="font-weight: normal;">Se você não sabe quem foi Bielfeldt, sua história vale a pena ser lida  Sem dúvida um <strong>investidor de sucesso</strong> e polêmico com muitas histórias nas ultimas decadas:</span></h5>
<h5><span style="font-weight: normal;">- Bielfeldt começou sua carreira de operações com um investimento de apenas $ 1.000 dólares. </span></h5>
<h5><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></h5>
<h5><span style="font-weight: normal;">- Em 1965, Bielfeldt tinha cuidadosamente elevado seu capital inicial de $ 1.000 dólares para $ 10.000 dólares. Baseado em sua avaliação fundamentalista do mercado de soja, bem como nas opiniões coincidentes de seu professor de economia, Thomas Hieronymus, Bielfeldt acreditava fortemente que os preços subiriam.</span></h5>
<h5><span style="font-weight: normal;">- Numa jogada de tudo ou nada, ele comprou 20 contratos de soja, uma exposição extremamente arrojada, dado o tamanho de sua conta, $ 10.000 dólares. Um declínio de 10 centavos teria dizimado por completo a sua conta, enquanto que um pequeno declínio teria sido suficiente para zerá-la através de uma chamada para reforço de margem. Inicialmente, os preços de fato se moveram para baixo, e Bielfeldt chegou perigosamente perto daquela chamada de margem desastrosa. Mas ele segurou, e os preços reverteram subindo. Quando liquidou a posição, ele tinha mais que dobrado seu patrimônio, nesta única operação.</span></h5>
<h5><span style="font-weight: normal;">- No início de 1980, o tamanho de suas operações tinha crescido até o limite máximo estabelecido pelo governo para posições especulativas de soja, e o mercado de grãos estava se tornando um impedimento. Este fator, auxiliado por uma operação particularmente ruim no mercado de soja em 1983, levou Bielfeldt a mudar seu foco para o mercado futuro de T-bonds, que, naquela ocasião, não tinha limite de posição fixado até aquele momento.</span></h5>
<h5><span style="font-weight: normal;">- O prejuízo da soja em 1983 pode Ter sido a melhor coisa que aconteceu a Bielfeldt. Sua mudança para os T-bonds coincidiu com o desenvolvimento de um importante fundo do mercado.<br />
</span></h5>
<h5><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></h5>
<h5><span style="font-weight: normal;">- Ele é mencionado como um dos maiores jogadores nos mercados futuros, particularmente T-bonds.<a href="http://www.guiadeinvestimento.com.br/wp-content/uploads/2010/02/grafico_up.jpg" rel="lightbox[827]"><img class="alignright size-full wp-image-828" title="Investidor de sucesso" src="http://www.guiadeinvestimento.com.br/wp-content/uploads/2010/02/grafico_up.jpg" alt="" /></a><br />
</span></h5>
<h5><span style="font-weight: normal;">- A história de Bielfeldt constitui um exemplo inspirador do que se pode obter, tendo de um lado a paciência e do outro um estilo operacional agressivo. Eis aí um indivíduo que, começando com pouco dinheiro, trabalhando independentemente, e sem o benefício de uma equipe ou tecnologia elaborada, tornou-se um dos traders mais bem sucedidos do mundo. </span></h5>
<h5><span style="font-weight: normal;"><br />
</span></h5>
<h5><span style="font-weight: normal;">- Em seu escritório confortavelmente mobiliado, dispõe de 10 telas de cotações, e é difícil visualizá-lo operando freneticamente a qualquer momento, diante do grande conjunto de terminais dispostos à sua frente.</span></h5>
<h4><strong>Algumas dicas de um investidor de sucesso:</strong></h4>
<h5><strong> </strong><br />
<span style="font-weight: normal;">- Ele não acredita em diversificação. Sua filosofia operacional é de que você seleciona uma área e se torna autoridade nela. Na maior parte de sua carreira operacional, o complexo da soja e, em menos extensão, os mercados de grãos relacionados, foram o foco de sua atenção.</p>
<p>- Sempre tentei basear-me na análise fundamentalista. Entretanto, como verifiquei que era muito difícil conhecer todos os fundamentos, desenvolvi meu próprio SISTEMA SEGUIDOR DE TENDÊNCIA.</p>
<p>- Penso que para ser viável, um sistema seguidor de tendência tem que ser construído para médio ou longo prazo. Os mais sensíveis apenas geram muita comissão.</p>
<p>- Os fatores chaves que fundamentalmente ele considera para avaliar o mercado de T-bons são: a economia definitivamente o fator mais importante. Outros elementos importantes são: a expectativa de inflação, o dólar, a balança comercial e o déficit orçamentário.</p>
<p>- As características de um trader bem sucedido são: &#8211; o mais importante é a disciplina. segundo, você tem que Ter paciência se estiver numa boa operação, e ser capaz de mantê-la. terceiro, você precisa de coragem para entrar no mercado. quarto, tem que estar disposto a perder. Quinto, precisa Ter um forte desejo de ganhar.</p>
<p>- A maioria dos traders iniciantes tem uma tendência de assumir riscos que normalmente são muito grandes para aqueles que iniciam.</p>
<p>- Analogia entre a operação e o pokerer: aprendi a jogar pokerr muito jovem. Meu pai me ensinou o conceito de jogar apenas as rodadas de PROBABILIDADE FAVORÁVEL. Se você jogar toda mão terá uma probabilidade muito mais alta de perder. Você deve jogar as rodadas boas, e sair fora das ruins. Quando você sente que as probabilidades (estatísticas) estão jogando a seu favor aumente a aposta e jogue aquela mão até o fim.</p>
<p>- Se você aplicar os mesmos princípios da estratégia do poker às operações, isto aumentará significativamente suas chances de vencer. Venho sempre tentando manter o conceito de paciência em mente, esperando pela operação certa, se uma operação não evoluir de acordo com o esperado, você sai com uma pequena perda. Por outro lado, quando todas as probabilidades parecem estar a seu favor, você deve ser agressivo e tentar alavancar a operação.</p>
<p></span></h5><div id="in_post_ad_bottom_1" style="clear:both;margin: 5px;padding: 0px;"><p class="style3"; align="left"><span class="style3"><strong>Encontre o que você procura: </strong></span>
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		<title>Como construir um patrimônio</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 23:40:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guia de Investimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Investidor Conhecimento Iniciante]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>

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Como construir um patrimônio
Construir um patrimônio não é uma tarefa simples. Há muitas pessoas que chegam a aposentadoria sem um tostão sequer e precisam viver as custas de favores de filhos e parentes. Este é seu maior estímulo para você construir um patrimônio, poder chegar a aposentadoria tendo conquistado sua independência financeira.
Para aprender mais sobre planejamento financeiro, seja  pessoal ou empresarial, visite o site do nosso parceiro:  www.PlanejamentoFinanceiro.net.br
A primeira preocupação é formar um patrimônio que esteja a salvo da inflação. Não adianta nada passar a vida economizando se você deixar que a inflação destrua seu patrimônio.
O patrimônio Líquido é igual à totalidade de seus bens subtraída dos compromissos financeiro, e o processo de construção de patrimônio envolve os seguintes passos:
- Ser realista
- Estabelecer metas
- Criar uma estratégia
- Ser flexível, seus objetivos podem mudar
Identifique seu patrimônio
Todo e qualquer ativo tem um preço que pode aumentar ou cair ao longo do tempo. Você ...


Sem artigos relacionados.]]></description>
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<p>Construir um patrimônio não é uma tarefa simples. Há muitas pessoas que chegam a aposentadoria sem um tostão sequer e precisam viver as custas de favores de filhos e parentes. Este é seu maior estímulo para você construir um patrimônio, poder chegar a aposentadoria tendo conquistado sua independência financeira.</p>
<p>Para aprender mais sobre planejamento financeiro, seja  pessoal ou empresarial, visite o site do nosso parceiro:  <a title="Planejamento Financeiro" href="http://www.planejamentofinanceiro.net.br/" target="_blank">www.PlanejamentoFinanceiro.net.br</a></p>
<p>A primeira preocupação é formar um patrimônio que esteja a salvo da inflação. Não adianta nada passar a vida economizando se você deixar que a inflação destrua seu patrimônio.</p>
<p>O patrimônio Líquido é igual à totalidade de seus bens subtraída dos compromissos financeiro, e o processo de construção de patrimônio envolve os seguintes passos:</p>
<p>- Ser realista</p>
<p>- Estabelecer metas</p>
<p>- Criar uma estratégia</p>
<p>- Ser flexível, seus objetivos podem mudar</p>
<h4><strong>Identifique seu patrimônio</strong></h4>
<p>Todo e qualquer ativo tem um preço que pode aumentar ou cair ao longo do tempo. Você precisa estar sempre atento a essas oscilações, mesmo dos ativos de menor liquidez como os imobiliários.</p>
<p>Por isso, para saber se você está de fato construindo um patrimônio é fundamental fazer periodicamente um levantamento do valor de todos os seus investimentos, mesmo os imóveis. Compare então o valor atual com o valor de quando eles foram comprados. Se forem maiores você está construindo um patrimônio, se forem menores você está amargando prejuízo e terá que rever suas aplicações.</p>
<p>Faça um levantamento dos ativos e passivos que você tem. Conhecer o seu patrimônio ajudará a estabelecer seus objetivos ao investir.</p>
<p><strong>Ativo</strong> &#8211; É o conjunto de bens, valores e créditos que formam o patrimônio de uma empresa ou de uma pessoa. É tudo que você possui e que pode ser convertido em dinheiro.</p>
<p><strong>Passivo</strong> &#8211; É o total das dívidas e obrigações de uma empresa ou de uma pessoa.</p>
<p>Quando analisamos nosso patrimônio, algumas dúvidas acabam surgindo. Veja a seguir alguns exemplos:</p>
<h4><strong>Você considera seu apartamento um ativo?</strong></h4>
<p>Sim, um apartamento é um ativo. Ele representa um investimento de seu proprietário. Entretanto, <strong>um imóvel é um ativo de baixa liquidez </strong>. Isso significa que para converter seu valor novamente em dinheiro é necessário um prazo maior de tempo. Se você decide vender seu apartamento, deve contar com algum tempo para conseguir um comprador disposto a pagar o valor que deseja.</p>
<p>O que confunde as pessoas é o fato de que a manutenção de um imóvel sempre traz despesas como condomínio, impostos (IPTU), limpeza etc. Estes gastos são perfeitamente normais para manter o valor de seu investimento.</p>
<h4><strong>E seu carro, você o considera uma reserva financeira?</strong></h4>
<p>Sim. Entretanto, um carro é um ativo de média liquidez. Afinal, comparado com a venda de um imóvel, você deverá levar menos tempo para conseguir um comprador que aceite o valor que deseja receber, ma mesmo assim poderá levar alguns dias ou semanas.</p>
<p>Assim como um apartamento, ter um carro significa arcar com algumas despesas na forma de impostos (IPVA), manutenção, limpeza etc. Além de gerar despesas, o carro é um bem durável, cujo valor sofre redução gradual ao longo do tempo, ou seja, a taxa de depreciação é elevada.</p>
<p>É importante observar principalmente se a valorização de todos os seus ativos está acima das taxas de inflação, um dos principais agentes de corrosão de seu patrimônio.</p>
<h4>Primeiros passos</h4>
<p>Poucos brasileiros têm o hábito de colocar no papel suas receitas e despesas. Organizar as contas significa ter real dimensão de sua saúde financeira. Feito isso, você pode ter uma agradável surpresa, e descobrir que tem mais dinheiro do que pensa, ou tomar um baita susto com o tamanho da sua dívida.</p>
<p>Sem um planejamento realista fica difícil reservar algo para investir. Portanto, você deve aprender a organizar sua vida financeira, para descobrir como transformar os sonhos de hoje em uma realidade futura.</p>
<p>Quantas vezes você já teve a sensação de que seu dinheiro simplesmente evaporou?<br />
Aquela nota de R$ 50,00 some de sua carteira e você nem lembra como gastou.<br />
A sua previsão, feita no início do mês, de que teria dinheiro sobrando quando terminasse de pagar as contas quase sempre se transforma numa peça de ficção.</p>
<p>Estes são alguns sintomas da falta de planejamento financeiro. Sem planejamento, não há como realizar seus sonhos.</p>
<h4><strong>Como montar um orçamento pessoal adequado<br />
</strong></h4>
<ul>
<li>Identifique onde vai parar seu salário todo o mês. Para isso, faça uma lista com todas as suas despesas, das maiores até as mais corriqueiras;</li>
<li>Faça uma fotografia detalhada de todas as suas receitas, despesas, dívidas e seus investimentos</li>
<li>Junte a família e juntos avaliem os gastos. É fundamental que toda a família participe dos seus planos financeiros. Desta forma, todos ficarão comprometidos com um mesmo objetivo</li>
<li>Faça um orçamento. Ele deve ser simples, incluindo suas receitas e todas suas despesas. Um orçamento lhe dará exata dimensão de quanto ganha, e principalmente quanto precisa para realizar seus sonhos.</li>
</ul>
<p>Agora você tem um panorama perfeito sobre sua vida financeira. O próximo passo é escolher o caminho de seus investimentos.</p>
<h4>Economizar x investir</h4>
<p>Para construir um patrimônio você precisará economizar parte de sua renda. Mas não só isso. Tão importante quanto economizar é investir seu dinheiro. Caso contrário, seu esforço de economia não ajudará em muito.</p>
<p>A primeira razão é o poder devastador da inflação no longo prazo. Suas economias precisam então estar investidas para, pelo menos, manter seu poder de compra ao longo dos anos.</p>
<p>A segunda razão é que investimentos bem sucedidos acrescentam mais dinheiro as suas economias. Assim, seu esforço em economizar poderá ser menor, pois as taxas de juro e ganho de capital ao longo do tempo fazem o restante do trabalho.</p>
<p>Riscos que podem destruir seu patrimônio</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>Aplicações financeiras erradas</td>
<td>Trocar de aplicações apenas com base em dicas e sem planejamento é um risco. Estudos acadêmicos sugerem que mais de 90% da rentabilidade de uma carteira é estabelecida pela forma como o dinheiro está alocado nos diversos mercados.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Negócios mal sucedidos</strong></td>
<td>Investimentos num novo negócio nem sempre são pertinentes. Você precisa saber quanto do seu patrimônio poderá ser direcionado para este novo empreendimento e qual a taxa de retorno esperada. O ideal é ter especialistas capazes de avaliar a viabilidade deste novo negócio</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Crises Financeiras</strong></td>
<td>A história está cheia de exemplos de fortunas que foram destruídas por crises financeiras. Movimentos especulativos fortes dominam a inteligência e o autocontrole dos indivíduos e, em geral, acabam em desastres financeiros. Governantes que gastam mais do que arrecadam também costumam empurrar seus países para crises de grande magnitude.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Inflação</strong></td>
<td>Não despreze o efeito da inflação no longo prazo. Mesmo em economias com estabilidade monetária, ou seja, taxas de inflação muito baixas, o efeito é devastador no longo prazo se você não tiver a proteção adequada.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Herança</strong></td>
<td>Ainda há muitos casos de milionários brasileiros que morrem sem deixar qualquer orientação sobe a partilha de seus bens. Em geral este é um estopim para a decadência do patrimônio familiar, seja por brigas entre parentes ou por erros administrativos.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Problemas societários</strong></td>
<td>Podem ter diversos catalisadores, mas em geral ocorrem quando o controlador ou um dos seus sócios morrem.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Divórcio</strong></td>
<td>O impacto financeiro do divórcio é sempre relevante. O ganho de escala que você consegue com o casamento, duas rendas para financiar a despesa de uma só casa, por exemplo, acaba com o divórcio.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h4>Evolução do patrimônio</h4>
<p>Acompanhar a evolução de seu patrimônio não é só contabilizar os ganhos que você vem acumulando ao longo dos anos. É necessário também que você esteja atento a possíveis riscos e necessidades que enfrentará no futuro.</p>
<p>O planejamento patrimonial é uma resposta para lidar com suas preocupações em relação à evolução do seu patrimônio e sua correta defesa. Engloba não apenas aplicações financeiras, mas também investimentos imobiliários e outros tipos de investimentos, como participação numa sociedade. Todos esses aspectos devem ser avaliados periodicamente para que você esteja confortável para enfrentar todos os possíveis riscos para o seu patrimônio.</p>
<h4>Ciclo de vida</h4>
<p>Um patrimônio é tão difícil de preservar quanto de criá-lo. Para construir um patrimônio são necessários anos de trabalho, investimentos bem sucedidos, a administração correta de uma carreira, de uma empresa ou ambos.</p>
<p>No entanto, problemas societários, familiares, de sucessão, impostos, investimentos mal sucedidos, são exemplos de agentes de destruição de qualquer patrimônio que podem levar alguns anos ou apenas meses dada a natureza do evento.</p>
<p>Além disso, em cada fase de sua vida há riscos e demandas que devem ser muito bem avaliados para não comprometer a solidez de seu patrimônio. Só com o planejamento financeiro você conseguirá se preparar e se proteger para enfrentar as diferentes situações ao longo de sua vida.</p>
<p>Os investimentos que você possui em empresas e os que pretende fazer devem ser devidamente analisados para que você saiba se agregam valor ou se estão corroendo seu patrimônio.</p>
<p>Com um planejamento financeiro e patrimonial você saberá a hora de vender sua empresa ou de comprar novas empresas.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#ece9d8" bordercolor="#cc3300"><strong>Deixar um belo patrimônio de herança pode não ser o caminho mais seguro para garantir o futuro de sua família, se os herdeiros não tiverem responsabilidade no manuseio do patrimônio poderão gastar todos os recursos em tempo recorde. Em geral, os principais problemas que aparecem na hora em que uma família precisa administrar sua herança, estão relacionados a ausência de planejamento que garante que a distribuição do patrimônio aos beneficiários seja efetuada de forma rápida e objetiva. Do contrário, indefinições no controle ou na gestão de bens acarretam riscos à sua integridade. O impacto financeiro do divórcio poderá assumir proporções que você sequer imagina se você não contar com estruturas específicas para proteger seu patrimônio Cuidado com os imóveis com baixa geração de renda.</strong></td>
</tr>
</tbody>
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		<title>Investimento seguro</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 22:44:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guia de Investimento</dc:creator>
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Investimento seguro
Você quer investir mas não sabe em que colocar o seu dinheiro?  É novo no mundo das finanças?  Nos textos abaixo apresentamos alguns erros que você precisa evitar caso queira ser bem sucedido em sua jornada financeira:
1 &#8211; Evitar investir no que você não conhece
É provável que você já tenha ouvido falar de alguém que perdeu grandes quantias de dinheiro ao tentar abrir um negócio que não deu certo ou tenha feito um  investimento exótico oferecido por algum profissional  mal-intencionado.
Pode ser que você mesmo já tenha passado por uma situação semelhante e, no final, se voltou contra o gerente do banco ou qualquer outra pessoa que o tenha estimulado a tomar aquela decisão. Infelizmente, nessas ocasiões, encontrar culpados não costuma ser recomendável para a sua saúde física e mental nem alivia o tamanho da sua perda. O erro maior, segundo os especialistas, não está em ouvir a opinião de ...


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<p><span style="font-size: small;"><span style="font-weight: normal;"><span style="font-size: 13px;">Você quer investir mas não sabe em que colocar o seu dinheiro?  É novo no mundo das finanças?  Nos textos abaixo apresentamos alguns erros que você precisa evitar caso queira ser bem sucedido em sua jornada financeira:</span></span></span></p>
<h5><strong>1 &#8211; Evitar investir no que você não conhece</strong></h5>
<p>É provável que você já tenha ouvido falar de alguém que perdeu grandes quantias de dinheiro ao tentar abrir um negócio que não deu certo ou tenha feito um  investimento exótico oferecido por algum profissional  mal-intencionado.</p>
<p>Pode ser que você mesmo já tenha passado por uma situação semelhante e, no final, se voltou contra o gerente do banco ou qualquer outra pessoa que o tenha estimulado a tomar aquela decisão. Infelizmente, nessas ocasiões, encontrar culpados não costuma ser recomendável para a sua saúde física e mental nem alivia o tamanho da sua perda. O erro maior, segundo os especialistas, não está em ouvir a opinião de fulano ou beltrano, mas em deixar de conferir se o que se diz tem real fundamento antes de entrar numa barca furada. &#8220;Se você não for capaz de compreender em que está investindo, não o faça&#8221;, afirma o americano Warren Buffet, um dos maiores investidores do mundo, cuja fortuna alcança 32,3 bilhões de dólares, de acordo com a revista americana Forbes.</p>
<p>Muitas vezes, alguns investidores se empolgam com o que acreditam ser um verdadeiro &#8220;negócio da China&#8221;, aquele que vai torná-los milionários em pouco tempo e sem grande esforço. Mas a verdade é que mamatas assim não existem &#8211; ou são raras, raríssimas. &#8220;Já vi várias famílias perderem muito dinheiro tentando fazer o negócio de suas vidas&#8221;, diz Roy Martelanc, professor de administração financeira da Faculdade de Economia, Administração e Ciências Contábeis da USP. Por isso, antes de tomar uma decisão, é aconselhável informar-se, primeiro, sobre as características do negócio ou da aplicação nos quais você está interessado. Mergulhar em algo novo sem conhecer as suas especificidades pode ser um convite ao fracasso. Em 1999, o advogado Renato Ochman, de São Paulo, decidiu investir num negócio de bombas de gasolina digitais, de tecnologia americana. Sua intenção era trazer o equipamento para ser montado no Brasil. Só que a Petrobras, que seria o principal cliente da nova empresa, não comprou a idéia. Resultado: Ochman e seus três sócios tiveram um prejuízo master, de 1 milhão de reais. &#8220;Aprendi a lição&#8221;, diz Ochman. &#8220;Nunca mais aposto num negócio que não conheço.&#8221; A promessa de lucros fabulosos também pode, muitas vezes, não se concretizar. Se for possível, os consultores sugerem que você procure saber com gente do ramo qual é o retorno histórico que o negócio ou a aplicação costumam dar.</p>
<p>Quem quiser investir em boi gordo, por exemplo, deve pesquisar com as empresas do setor o rendimento que os clientes receberam em diferentes períodos. E saber quais são os fatores que podem influenciar o seu ganho (ou perda). Em tempo: não se esqueça de que o olho do dono engorda a boiada. Quem deixa a cargo de um conhecido ou de um profissional as decisões de sua empresa ou de todos seus investimentos pode abrir uma brecha para surpresas indesejáveis. Os inventários e as heranças, muitas vezes, são terreno fértil para aproveitadores. Mesmo que você acredite que um expert possa trazer melhores resultados na gestão de seu patrimônio, você será sempre a melhor pessoa para administrar o seu dinheiro. Não é à toa que o McDonald&#8217;s só aceita franquear suas lojas para empresários que irão ficar à frente do negócio.</p>
<h5><strong>2 &#8211; Não concentrar seus investimentos apenas em imóveis</strong></h5>
<p>A concentração de quase todo o patrimônio em imóveis é um dos principais erros cometidos pelos investidores brasileiros. Nem poderia ser diferente. Nossos avós costumavam dizer que um bem de raiz, como o imóvel, é o melhor investimento do mundo. E, realmente, durante a era da superinflação, ter um imóvel era uma forma eficiente e segura de proteger o dinheiro contra a desvalorização da moeda e as bruxarias heterodoxas geradas pelos economistas do governo. Ao contrário do dinheiro que está no banco, o imóvel é um bem palpável, real. Você vê, os outros vêem. Além disso, viver num imóvel confortável e, de preferência, luxuoso ainda é o maior sonho de muita gente &#8211; nem que isso custe todas as suas economias. Uma família típica brasileira chega a ter 90% do patrimônio em imóveis, segundo consultores de finanças pessoais. O ideal, no entanto, de acordo com os especialistas, seria imobilizar de 35% a, no máximo, 60% do patrimônio, contando com a sua própria casa. &#8220;O brasileiro precisa da percepção de segurança que o imóvel dá&#8221;, diz Ronaldo Magalhães, diretor executivo da Sul América Investimentos, empresa de gestão de recursos ligada à seguradora do mesmo nome. &#8220;Mas a compra de imóveis nem sempre compensa.&#8221; É claro que, do ponto de vista do investimento, tudo depende do tipo de imóvel do qual se está falando, da região, do bairro e até do trecho da rua em que ele se localiza. Lojas, escritórios, flats, residências, sítios e fazendas são mercados muito diferentes entre si e cada um deles possui dinâmica própria.</p>
<p>Investir num flat, por exemplo, numa determinada região do país, em certo momento pode ser um bom negócio, enquanto comprar um apartamento no mesmo local, uma péssima decisão. Mas, num mercado tão diversificado, existem alguns inconvenientes comuns à concentração do patrimônio em imóveis. Talvez a principal desvantagem seja a falta de liquidez. Você coloca o imóvel à venda, mas entra mês, sai mês e o negócio simplesmente não acontece. Se estiver precisando do dinheiro com urgência, você, provavelmente, terá de baixar o preço. Conseguir o valor que você acredita ser justo leva tempo, às vezes, anos. E, no final, é possível que você se dê conta de que aquele imóvel ao qual se afeiçoou tanto pode não valer a quantia imaginada. É preciso considerar também o impacto negativo da depreciação do imóvel, normalmente negligenciado pelos investidores na hora da compra. É fácil entender isso. Imagine duas casas exatamente iguais, só que uma nova e outra construída há dez anos. A mais antiga estará, obviamente, mais propensa a ter problemas de encanamento, pintura, eletricidade etc. Essas coisas todas provocam uma queda progressiva no preço ao longo dos anos. Outro ponto importante: a mudança do tipo de construção e das necessidades das famílias dos profissionais liberais e das empresas. Por exemplo: um apartamento de alto padrão, há 20 anos, tinha, em geral, três dormitórios espaçosos, um banheiro com azulejos verdes, um lavabo com piso lilás e apenas uma vaga na garagem. Hoje, mesmo apartamentos menores têm três dormitórios, uma suíte e, no mínimo, duas garagens, além de um amplo espaço de lazer na área comum.</p>
<p>Além disso, a rua ou a região na qual o imóvel se localiza pode se desvalorizar e o proprietário ainda pode ter a surpresa desagradável de, um dia, descobrir que no terreno ao lado haverá uma escola, um hospital ou&#8230; uma discoteca. Quem pode prever? Ninguém está dizendo que a casa ou o apartamento em que você mora com a família não precisa ser seu. Mas, uma vez realizado o sonho da casa própria, comprar outro imóvel nem sempre está entre as melhores opções de investimento. O empresário carioca Luis José Ramalho, de 45 anos, espelhou-se no exemplo de parentes que viviam da renda proveniente de aluguéis e decidiu seguir o mesmo caminho. &#8220;Tenho 11 imóveis, mas o rendimento de cada um deles é muito inferior às minhas expectativas&#8221;, diz. Segundo ele, 70% de seu patrimônio estão imobilizados, e os 30% restantes, aplicados em fundos de renda fixa. &#8220;Se tivesse de investir meu dinheiro hoje, não concentraria tanto o patrimônio em imóveis&#8221;, afirma. Com o dinheiro &#8220;empatado&#8221; em imóveis, o investidor deixa de ganhar com sua aplicação no mercado financeiro. Pode parecer algo desprezível, mas não é.</p>
<p>Historicamente os aluguéis residenciais rendem cerca de 1%. Mas, como o mercado não está aquecido, o preço do aluguel mensal de uma residência varia hoje, em média, de 0,6% a 0,8% do valor do imóvel. No caso de um apartamento de 100000 reais, por exemplo, a renda anual do proprietário ficaria entre 7 200 e 9 600 reais por ano. Isso é mais ou menos o que o investidor ganharia se aplicasse os mesmos 100000 reais no mercado financeiro, sem correr risco algum. Num imóvel alugado, pode acontecer de o inquilino não cuidar bem da propriedade, atrasar o pagamento ou até mesmo ficar inadimplente. Há também a possibilidade de o imóvel ficar desocupado por um longo período. Nesse caso, em vez de uma fonte de renda, o imóvel torna-se uma torneira de despesas. O proprietário precisa arcar com os custos do condomínio (no caso de um apartamento), de manutenção (se for uma casa) e do imposto predial. O total de despesas pode chegar a milhares de reais por ano a fundo perdido.</p>
<h5><strong>3 &#8211; Não manter reserva para emergências</strong></h5>
<p>Você gasta tudo o que ganha mensalmente e não tem uma reserva, por menor que seja, no banco? Se a resposta for positiva, cuidado! Você pode estar no fio da navalha. O que você faria se precisasse de um dinheiro extra para cobrir acidentes de percurso: uma doença, um falecimento na família, uma demissão ou um período de entressafra no seu negócio? Provavelmente, ficaria na mão ou teria de recorrer a parentes ou amigos. Ou pediria um empréstimo no banco a juros estratosféricos. Portanto, se você faz parte do time dos sem-reserva, talvez seja conveniente começar a formá-la. Em princípio, essa poupança deve ser feita para não ser usada. Mas, se for preciso, ela estará lá.</p>
<p>Segundo os especialistas, essa reserva não deve ser misturada com a sua poupança de longo prazo. Deve ficar numa conta à parte. Como ela pode ser necessária quando você menos espera, é recomendável que esteja investida em aplicações de alta liquidez, ou seja, que permitam resgate a qualquer hora, como a velha caderneta de poupança ou um fundo de renda fixa. O objetivo aqui não é conseguir a melhor rentabilidade do mercado. Apenas preservar o valor do dinheiro. &#8220;Para a pessoa física, manter uma reserva para emergências é uma obrigação, assim como uma empresa não pode viver sem capital de giro&#8221;, afirma Reinaldo Zakalski, ex-Deutsche Bank e hoje responsável pela Boutique de Investimentos, com escritórios em São Paulo, Ribeirão Preto e Brasília. E qual é o valor que você deve poupar para cobrir gastos inesperados? Os consultores geralmente dizem que é preciso guardar o equivalente a, no mínimo, seis meses de despesas familiares. Ou seja, se sua família gasta 3 000 reais por mês com alimentação, moradia e serviços essenciais &#8211; como água, luz e telefone -, a reserva deveria somar, ao menos, 18 000 reais. Mas, na vida real, a conta nem sempre é igual para todos.</p>
<p>Quem não possui um seguro de vida, por exemplo, precisará poupar um capital adicional para cobrir as necessidades de sua família se acontecer um imprevisto. Nesse caso, a reserva deve ser suficiente para garantir o sustento da família por um período que gira em torno de dois anos. E a renda mensal usada como base do cálculo deve levar em conta que as despesas serão menores, caso você lhes falte. Se o desemprego lhe parecer uma situação remota, é possível reduzir o valor da reserva. Quem está em ascensão na carreira, faz cursos de atualização na sua área profissional e acredita que, no caso de ser demitido, não ficaria sem trabalho por mais de três meses, pode pensar em diminuir o valor citado acima para 9000 reais. &#8220;O emprego é uma questão de mercado e de quanto você aceita ganhar&#8221;, diz Martelanc, da USP. No caso do profissional autônomo, é preciso levar em conta que qualquer lesão que o impossibilite de trabalhar provocará uma redução imediata na renda da família. Se um dentista machucar a mão, certamente recorrerá ao fundo emergencial da família para cobrir suas despesas básicas habituais.</p>
<h5><strong>4 &#8211; Perder o controle das dívidas</strong></h5>
<p>Ficar no vermelho por causa de uma emergência ou de um descuido eventual não é demérito para ninguém. O crédito bancário existe exatamente para isso. Mas pagar juros no cartão de crédito ou no cheque especial com freqüência é, obviamente, um erro drástico. Seja simplesmente pelo fato de se gastar mais do que se ganha, seja por não querer sacar o dinheiro aplicado no banco. Não há investimento que compense os juros exorbitantes do cheque especial e do cartão de crédito, os maiores do mercado, hoje na faixa de 9% ao mês. A essas taxas, uma dívida dobra de valor em apenas apenas oito meses. Imagine, por exemplo, que você pagaria, em média, 450 reais de juros por mês ao banco se tivesse com um saldo devedor no cheque especial de 5 000 reais durante o mês inteiro.</p>
<p>Se a sua renda líquida mensal fosse de 3 000 reais, isso representaria 15% do seu ganho total. Trata-se de um dinheiro que poderia ir para a poupança ou custear os prazeres da vida. Num ano, numa conta grosseira, isso representaria 5400 reais, ou seja, o equivalente a quase dois meses de salário! Segundo especialistas do mercado, muita gente incorpora o limite de crédito dado por bancos e administradoras de cartões como parte da renda familiar. Às vezes, ao juntar todas essas facilidades, a capacidade de compra pode até dobrar. O cliente fica com a sensação equivocada de poder consumir mais, sem se dar conta de que, na prática, ao usar boa parte de sua renda para o pagamento de juros, estará dimi- nuido o seu padrão de vida. Algumas famílias, ao perceber que ultrapassaram seus limites de crédito, vão além: decidem vender terrenos, imóveis, carros e outros bens para solucionar seus problemas financeiros. Isso pode até ajudá-las a sair do sufoco. E é mesmo preferível usar esse capital para pagar dívidas com taxas de juro elevadas a continuar no vermelho. Mas de nada adiantará vender os bens para liquidar as dívidas se não houver um corte nos gastos, pois o problema reaparecerá a médio prazo.</p>
<p>Há cerca de um ano, o consultor Erasmo Vieira, da Planner Finanças Pessoais, de Belo Horizonte, diz ter sido procurado por um médico de uma tradicional família mineira. Segundo o consultor, a renda mensal de seu cliente era de 39 000 reais, valor mais do que suficiente para qualquer mortal levar uma vida extravagante. No entanto, diz ele, a família do médico, cujos gastos chegavam a 46 000 reais por mês, vivia endividada. Eles atrasavam até o pagamento da conta de luz e, dos nove cartões de crédito que tinham, apenas um era pago em dia. Só de juros a conta somava na época 6 000 reais mensais, de acordo com o consultor. Durante cinco anos, a família contou ter vendido imóveis e outros bens para tentar sanear suas finanças. Até perceber que, se não decidisse fazer alguns cortes nas despesas, acabaria dilapidando todo seu patrimônio sem conseguir equilibrar o orçamento. Dá para acreditar?</p>
<h5><strong>5 &#8211; Focar muito as grandes decisões mas menosprezar as pequenas</strong></h5>
<p>Quase todo mundo costuma se preocupar com os grandes gastos, como a compra de um carro ou de um imóvel, mas acaba se esquecendo das pequenas despesas do dia-a-dia. Não há dúvida de que um negócio de 20 000, 50 000 ou 100 000 reais pode afetar o orçamento de qualquer um. Mas quantas operações desse porte alguém fará no ano ou na vida? Uma? Talvez duas? Três? Certamente, para a maioria, não muitas vezes mais. Mas, quando o que está em pauta são as compras no supermercado, a coisa muda de figura. Como as compras, em geral, são semanais ou mensais, cada ida ao supermercado oferece uma infinidade de possibilidades de economizar preciosos trocados.</p>
<p>Quem conseguir economizar 10 reais uma vez por semana a cada ida ao supermercado terá acumulado no final de um ano 540 reais, o suficiente para passar, no mínimo, dois fins de semana com a família na praia. O mesmo princípio vale para as idas ao restaurante, à padaria, a consultas médicas e a outras atividades corriqueiras. &#8220;O importante não é poupar muito, mas poupar sempre&#8221;, afirma Vieira, da Planner. É claro que ninguém vai quebrar porque paga uma tarifa de 20 reais por um pacote de serviços de um banco, enquanto poderia estar gastando apenas 5 reais em outra instituição. Ou até na mesma, muitas vezes, dependendo do pacote de serviços que contratar. Mas, ao longo de um ano, esses 15 reais de diferença se transformarão em 180 reais. E se você somar os 180 reais que poderiam ser economizados em tarifas bancárias com os 540 reais do supermercado, já seriam 720 reais num ano. Isso para ficar em apenas dois exemplos banais.</p>
<p>A compulsão pelas compras com cheque pré-datado, essa instituição nacional que se popularizou na era da superinflação, é mais uma armadilha que consome valiosos reais que poderiam estar reforçando sua poupança. Muita gente pensa que um desconto de 5% nas compras à vista é desprezível. Mas é preciso levar em conta que, num cenário de economia relativamente estável como o atual, representa muito. A maioria das aplicações financeiras hoje em dia não rende nem 1% ao mês. O mesmo vale para os pagamentos em três, quatro, cinco ou até dez vezes &#8220;sem juros&#8221; oferecidos por muitas lojas. O dinheiro, como qualquer outra mercadoria, tem um custo, e ne- nhum comerciante, absolutamente nenhum, vai cobri-lo para você de graça. Na verdade, o que costuma acontecer nesses casos é que o lojista, que deveria viver da venda de suas mercadorias, acaba atuando como se fosse um banqueiro. Com a diferença de que você acha que ele está sendo &#8220;bonzinho&#8221;.</p>
<h5><strong>6 &#8211; Esquecer dos objetivos financeiros que você mesmo definiu</strong></h5>
<p>Você decide economizar para comprar um apartamento. No meio do caminho, não resiste a uma promoção tentadora e desvia aquele suado dinheiro para a compra de um carro. Resultado: tem de recomeçar do zero a poupança para o apartamento. E sejamos sinceros: se a cada novo impulso consumista você deixar de lado o apartamento, dificilmente vai conseguir comprá-lo. O mesmo raciocínio vale para a simples compra de um computador, a tão sonhada temporada no exterior ou aquela renda complementar para aproveitar tranqüilamente a aposentadoria. Por falta de disciplina, muita gente não estabelece prioridades em seus objetivos e acaba desviando seu foco de atenção daquilo que realmente importa.</p>
<p>A maioria das pessoas não traça planos nem sequer controla seus hábitos de consumo. Simplesmente sai gastando sem se planejar, endivida-se além da conta e depois reclama que não ganha o suficiente. A culpa, como sempre, sobra para o patrão. De acordo com os consultores, a palavra-chave para se ater às suas prioridades é disciplina. Sem ela, fica difícil conseguir realizar qualquer um de seus sonhos. E disciplina significa, quase sempre, poupar, fazer uma reserva para alcançar seus objetivos, separar uma parte da sua renda mensal, de 10% a 20%, para aplicar e esquecer que esse dinheiro existe. Os especialistas recomendam ter uma conta para o dia-a-dia, outra para objetivos de médio prazo, como uma viagem, e uma terceira para metas de prazo mais longo, como a aposentadoria e a poupança para a faculdade de seus filhos.</p>
<p>Embora muita gente acredite que é preciso estar bem de vida para conseguir economizar alguma coisa, o hábito de poupar, independe da sua renda. É muito mais uma questão de atitude, que pode ser incorporada ao cotidiano de qualquer um. Tem gente que ganha pouco e consegue guardar seu rico dinheirinho. Outras pessoas, que recebem verdadeiras fortunas, gastam absolutamente tudo. Isso quando não entram no cheque especial. &#8220;Um dos grandes erros do brasileiro é investir apenas o que sobra no final do mês e não ter disciplina de guardar um pouco de seu dinheiro com regularidade&#8221;, diz Fábio Garcia, responsável pela área de produtos de investimento do BankBoston.</p>
<h5><strong>7 &#8211; Investir com emoção no lugar da razão</strong></h5>
<p>Eis aqui outro erro clássico do brasileiro. É difícil, mas é fundamental deixar a emoção de lado na hora de aplicar seu dinheiro. &#8220;O investimento deve ser racional&#8221;, afirma o investidor americano Warren Buffet. Em razão do sucesso de Buffet, o segundo homem mais rico dos Estados Unidos, sua afirmação pode e deve ser vista como uma espécie de mantra por qualquer aplicador do planeta. Em geral, por medo ou desconhecimento, as pessoas agem precipitadamente e acabam perdendo dinheiro por isso. &#8220;Para se sentir livre em relação ao dinheiro, é essencial perder o medo que se tem dele&#8221;, diz Suze Orman, uma das consultoras financeiras americanas de maior prestígio atualmente, autora de diversos livros, entre eles A Coragem para Ser Rico, a ser lançado no ano que vem pela editora Rocco (leia um trecho do livro na pág. 76).</p>
<p>O mercado acionário costuma ser um dos melhores testes para avaliar o lado emocional dos investidores. O sobe-e-desce faz parte da dinâmica das bolsas, sujeitas a turbulências provocadas pela variação de resultado das empresas e pelas expectativas de investidores em relação ao desempenho econômico do Brasil e de outros países. Quem investe em ações sabe (ou deveria saber) que bolsa não é o lugar apropriado para cardíacos. Mesmo assim, é comum encontrar investidores que se desesperam nos piores momentos do mercado. Agem de forma emocional e tiram o dinheiro justamente quando a ação chega ao seu nível mais baixo, teoricamente o melhor momento para comprar. Se agissem racionalmente, provavelmente manteriam seus investimentos até que passasse o pânico e o cenário clareasse (faça o teste da pág. 28 para medir sua tolerância ao risco). &#8220;As reações emocionais causadas pela perda são enormes e muitos investidores comuns não conseguem suportá-las&#8221;, diz William Eid Jr., professor de finanças da FGV de São Paulo e coordenador do Centro de Estudos de Finanças da instituição. Pular de galho em galho na tentativa de sempre acertar o melhor alvo também é uma atitude emocional. A probabilidade de ser bem-sucedido é mínima &#8211; nem os experts costumam conseguir essa proeza.</p>
<p>De acordo com um estudo feito pela Corretora Souza Barros, uma das mais tradicionais de São Paulo, o investidor assíduo, que aplica sempre, com consciência e sob o império da razão, tem mais chance de se dar bem do que aquele que está sempre em busca do melhor momento para entrar e sair do mercado. O levantamento da corretora mostra que quem tivesse investido mensalmente numa carteira semelhante à do índice Bovespa, que reflete o desempenho médio dos papéis mais negociados na Bolsa de São Paulo, teria ganho 384,6% nos últimos 20 anos (em dólar). No mesmo período, de acordo com o estudo, os investidores que tivessem procurado acertar os momentos de baixa para comprar e de alta para vender teriam obtido um lucro bem menor, de 284,9%. Obviamente, ser racional não significa ser omisso. Quem fica parado é poste. Mas muita gente acaba por avaliar seus investimentos pelo que eles eram quando foram feitos, e não pelo que valem hoje ou pelo seu potencial futuro de valorização. E isso vale para tudo, não apenas para o mercado financeiro. Um prédio no centro de São Paulo, por exemplo, poderia ser muito valioso nos anos 30, mas hoje, com a desvalorização da região, é quase um mico.</p>
<p>Mesmo assim, muitos proprietários de escritórios na região central da cidade não se desfazem do imóvel por uma questão sentimental, seja porque o receberam de herança, seja porque passaram boa parte de suas vidas por lá. &#8220;As pessoas casam com o mau resultado para não admitir que erraram&#8221;, diz Ronaldo Magalhães, da Sul América Investimentos.</p>
<h5><strong>8 &#8211; Não correr os riscos necessários</strong></h5>
<p>Desde pequeno, todo mundo aprendeu a evitar riscos. &#8220;Cuidado com o escorregador, não brinque perto do carro&#8221;, diziam e dizem as mamães. A lição começou em casa, continuou na escola e entrou na vida das pessoas &#8211; a insegurança, o medo de trocar o certo pelo duvidoso, ainda é muito forte para a maioria, principalmente na carreira e nos assuntos relacionados a dinheiro. Não é raro encontrar quem se acomode numa posição na qual o salário não parece bom e o trabalho não satisfaz. Afinal, para que arriscar? &#8220;É difícil evoluir profissionalmente sem correr riscos&#8221;, afirma o headhunter Guilherme Velloso, diretor da PMC Amrop, uma das principais empresas de recrutamento do país. &#8220;Na carreira, assim como nos investimentos, as grandes oportunidades embutem risco, por isso as recompensas são maiores&#8221;, diz Velloso.</p>
<p>Com as aplicações financeiras não é diferente. A maioria não suporta a idéia de investir suas economias e não tê-las de volta integralmente. Uma máxima do mercado financeiro, no entanto, diz justamente que, quanto maior for o risco de uma aplicação, maior a possibilidade de ganho. &#8220;Essencialmente, toda decisão que nós tomamos é um risco, de uma forma ou de outra&#8221;, afirma o consultor econômico americano Peter L. Bernstein, autor do livro Desafio aos Deuses: A Fascinante História do Risco (editora Campus), considerado o livro de negócios mais inovador e criativo dos Estados Unidos em 1996. Em razão do que diz Bernstein, talvez convenha aprender a gerenciar o risco, em vez de evitá-lo.</p>
<p>No dia-a-dia, já fazemos isso sem nos dar conta. Quando deixamos de ir a um caixa eletrônico à noite, num lugar escuro, por exemplo, estamos minimizando o risco de ser assaltados. Se não fizermos esportes radicais, também teremos menor probabilidade de morrer ou de nos acidentar (toc, toc, toc). Que tal aplicar esse princípio para fazer a gestão de risco de seus investimentos? Ao diversificar as suas aplicações, por exemplo, você poderá diminuir o risco de ver o seu patrimônio minguar. &#8220;A idéia do gerenciamento de riscos é não ser surpreendido&#8221;, diz Bernstein. &#8220;Se estiver errado, não quero ser eliminado, quero estar seguro de que vou sobreviver.&#8221;</p>
<h5><strong>9 &#8211; Menosprezar a inflação, por menor que ela seja</strong></h5>
<p>Quando se fala em investimento, um dos maiores erros que se podem cometer é desprezar a inflação, independentemente de ela ser alta ou baixa. A inflação pode anular parte ou todo o ganho que o investidor acredita estar obtendo com uma aplicação financeira. Principalmente quando o que está em pauta é uma poupança de longo prazo, seja para custear a sua aposentadoria, seja para pagar a faculdade das crianças dentro de alguns anos. É certo que, hoje em dia, com a estabilidade trazida pelo Plano Real, implementado em 1994, esse problema já não é tão grave quanto alguns anos atrás. Afinal, desde então, o salário deixou de ser corroído diariamente pela inflação e as pessoas puderam organizar seus gastos.</p>
<p>Muita gente tem conseguido até se planejar para realizar objetivos futuros. Mas nem por isso a inflação deve ser desprezada por qualquer investidor digno do nome. Mesmo nos Estados Unidos, onde a inflação está hoje na casa dos 2% ou 3% ao ano, essa é uma questão que merece atenção dos consultores mais respeitados do mercado. Aqui, desde que a super inflação foi domada, muitos investidores praticamente a esqueceram. Só que, mesmo em patamares civilizados, ela continua presente. E é melhor contar com ela na hora de aplicar o seu dinheiro do que ignorar sua existência. Basta ir à padaria ou ao supermercado e conferir. Desde o começo deste ano, por exemplo, a inflação acumulada chega a 2,41%, segundo dados do IPCA, calculado pelo IBGE. No ano passado, em dois meses, a poupança chegou a render menos que a inflação (1,61% de inflação contra 0,66% de rendimento da poupança, em julho, e 1,31% de inflação contra 0,70% da poupança, em agosto).</p>
<p>Em dezembro, os dois índices praticamente empataram. A longo prazo, se isso se repetir muitas vezes, pode ser algo fatal para suas economias. A tendência é que a inflação continue sob controle. Ao menos é o que se espera. Mas a recente desvalorização cambial mostra que nem tudo pode ser previsto. Para se garantir, é importante, sempre, levar em conta o rendimento real, ou seja, descontado da inflação, de seus investimentos. Muitas vezes, ao descontar os impostos e a inflação, os ganhos que você julgava extraordinários são mínimos e, em alguns casos, até inexistentes. Isso significa que, em termos reais, o investidor está perdendo dinheiro ou diminuindo o seu patrimônio. &#8220;A única maneira realmente efetiva para resguardar o valor das aplicações é obter um rendimento maior do que a taxa inflacionária do período em que você está aplicando seu capital&#8221;, afirma Louis Frankenberg, consultor de finanças pessoais, no livro Seu Futuro Financeiro, editora Campus.</p>
<p><em>Artigo originalmente por DANIELA D&#8217;AMBROSIO e JULIANA ALMEIDA e modificado por Guia de Investimento.</em></p><div id="in_post_ad_bottom_1" style="clear:both;margin: 5px;padding: 0px;"><p class="style3"; align="left"><span class="style3"><strong>Encontre o que você procura: </strong></span>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 20:47:04 +0000</pubDate>
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História da bolsa de valores
Acredita-se que as Bolsas de Valores tiveram inicio na Roma ou Grécia Antiga  nas mais remotas civilizações, onde comerciantes se reuniam nas praças para tratar de negócios mas com atribuições bem diferentes das bolsas de hoje em dia.  Já a origem da palavra “Bolsa”  em seu sentido comercial e financeiro está provavelmente na cidade de Bugres na Bélgica. O termo vem de Van der Burse, nome do proprietário do local onde se reuniam os comerciantes da época para fazer negócios.
Porém foi a Companhia Holandesa das Índias Orientais que instituiu as primeiras ações a serem colocadas em uma &#8220;casa&#8221; de valores (a de Amsterdam, em 1602).

História da Bovespa
A Bovespa foi fundada em 23 de agosto de 1890 por Emilio Pestana. Até as reformas do sistema financeiro e do mercado de capitais, implementadas pelo governo no biênio 1965-1966, as bolsas de valores brasileiras eram entidades oficiais corporativas, vinculadas às secretarias de finanças ...


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</script></div><h1>H<span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">istória da bolsa de valores</span></h1>
<p><strong><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Acredita-se que as Bolsas de Valores tiveram inicio na Roma ou Grécia Antiga  nas mais remotas civilizações, onde comerciantes se reuniam nas praças para tratar de negócios mas com atribuições bem diferentes das bolsas de hoje em dia.  Já a origem da palavra “Bolsa”  em seu sentido comercial e financeiro está provavelmente na cidade de Bugres na Bélgica. O termo vem de Van der Burse, nome do proprietário do local onde se reuniam os comerciantes da época para fazer negócios.</span></strong></p>
<p>Porém foi a Companhia Holandesa das Índias Orientais que instituiu as primeiras ações a serem colocadas em uma &#8220;casa&#8221; de valores (a de Amsterdam, em 1602).</p>
<div>
<h4>História da Bovespa</h4>
<p>A Bovespa foi fundada em 23 de agosto de 1890 por Emilio Pestana. Até as reformas do sistema financeiro e do mercado de capitais, implementadas pelo governo no biênio 1965-1966, as bolsas de valores brasileiras eram entidades oficiais corporativas, vinculadas às secretarias de finanças dos governos estaduais e compostas por corretores nomeados pelo poder público.</p>
<p>Após as reformas, as bolsas assumiram a característica institucional que mantêm até hoje, transformando-se em associações civis sem fins lucrativos, com autonomia administrativa, financeira e patrimonial. A antiga figura individual do corretor de fundos públicos foi substituída pela da sociedade corretora, empresa constituída sob a forma de sociedade por ações nominativas ou por cotas de responsabilidade limitada.</p>
<p>Desde então, a Bovespa vem crescendo e se modernizando, sempre em sintonia com as novas tecnologias e tendências. Até pouco tempo atrás, grande parte dos negócios ainda era realizada através do pregão viva-voz mas, atualmente, todos os negócios com ações e opções são realizados através do sistema Mega Bolsa, implantado em 1997. Em março de 1999, a Bovespa lançou o sistema Home Broker, que permitia que investidores pudessem comprar e/ou vender ações e opções em suas casas através da Internet. Esse sistema foi interligado ao Mega Bolsa e oferecido por uma ampla variedade de <a title="corretoras" href="http://www.guiadeinvestimento.com.br/corretoras-bovespa/">corretoras</a>, cada qual com um serviço distinto. O sucesso do Home Broker no Brasil foi total e, em pouco tempo, os pequenos investidores passaram a ter uma maior participação no número e no volume de negócios da Bovespa, tendência que vem crescendo nos últimos anos.</p>
<p>Em 28 de agosto de 2007, a BOVESPA deixou de ser uma instituição sem fins lucrativos e se tornou uma sociedade por ações: a BOVESPA Holding S/A. A BOVESPA Holding possui como subsidiárias integrais a Bolsa de Valores de São Paulo (BVSP) &#8211; responsável pelas operações dos mercados de bolsa e de balcão organizado &#8211; e a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC), que presta serviços de liquidação, compensação e custódia.</p>
<p>No dia 26 de março de 2008 a <em>Bovespa</em> anuncia oficialmente o início do processo de fusão com a <em>BM&amp;F</em>. A <em>Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros</em>, nome da nova instituição que surgiu com a fusão, será a terceira maior do mundo, e a segunda das Américas, em valor de mercado</p>
<h4>História da BM&amp;F</h4>
<p>Empresários paulistas ligados à exportação, ao comércio e à agricultura criaram, em 26 de outubro de 1917, a Bolsa de Mercadorias de São Paulo, a BMSP. Primeira no Brasil a introduzir operações a termo, ela alcançou, ao longo dos anos, rica tradição na negociação de contratos agropecuários, particularmente café, boi gordo e algodão.</p>
<p>Em julho de 1985, surge a Bolsa Mercantil &amp; de Futuros, a BM&amp;F. Seus pregões começam a funcionar em 31 de janeiro de 1986. Em pouco tempo, ela conquista posição invejável entre as principais commodities exchanges do mundo, negociando contratos futuros, de opções, a termo e a vista, referenciados em índices de ações, ouro, taxas de juros e taxas de câmbio.</p>
<p>Em 9 de maio de 1991, BM&amp;F e BMSP resolvem fundir suas atividades, aliando a tradição de uma ao dinamismo da outra. Surge então a Bolsa de Mercadorias &amp; Futuros &#8211; também com a sigla BM&amp;F &#8211; cujo objetivo é desenvolver mercados futuros de ativos financeiros, agropecuários e outros.</p>
<p>Em 2007, a BM&amp;F iniciou seu processo de desmutualização e, a partir de 1º de outubro de 2007, a BM&amp;F se tornou uma sociedade por ações com fins lucrativos. Por meio da desmutualização, os direitos patrimoniais dos antigos associados da Companhia foram desvinculados dos Direitos de Acesso, e convertidos em participações acionárias.</p>
<p><strong>Uma pequena cronologia das bolsas pelo brasil e pelo mundo:</strong></p>
<div>
<ul>
<li>(1141) - Ano de criação da Bolsa de Paris por Luiz XII.</li>
<li>(1602) &#8211; Ano de criação do primeiro centro de negociações em Amsterdam.</li>
<li>(1698) - Ano de criação da Bolsa de Fundos Públicos de Londres.</li>
<li>(1792) &#8211; Ano de criação da Bolsa de Nova Iorque &#8211; Dowjones, a qual se tornou a mais importante do mundo.</li>
<li>(1850) - Ano de criação daa primeira Bolsa de Valores em Genebra, na Suíça.</li>
<li>(21/10/1843) &#8211; Ano de criação da primeira Bolsa de Valores do Rio de Janeiro na Rua Direita, centro da capital carioca e foi escolhida por estar próximo do maior porto exportador.</li>
<li>(23/08/1890) &#8211; Ano de criação da por Emilio Rangel Pestana, da Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA).</li>
<li>(1934) - Ano de regulamentação nas atividades das Bolsas e <a title="corretoras" href="http://www.guiadeinvestimento.com.br/corretoras-bovespa/">corretoras</a> dos estados brasileiros.</li>
<li>(1964) - A partir desta data, a Bolsa de Valores brasileira, assumiram as características atuais, depois que as reformas institucionalizaram o sistema financeiro nacional.</li>
<li>(1971) Ano de criação da Nasdaq, a bolsa de valores para negociação de empresas de tecnologia nos Estados Unidos.</li>
<li>(1997 ) &#8211; Ano de implantação do  sistema de negociação eletrônica da Bovespa, o Mega Bolsa.</li>
<li>(2000) &#8211; Ano de integração de todas as bolsas de valores brasileiras e a Bovespa passa a concentrar toda a negociação de ações do país.</li>
<li>(2005) &#8211; Ano em que ocorre o fim do pregão viva-voz da Bovespa, e ela se torna uma bolsa totalmente eletrônica.</li>
<li>(out-2007) &#8211; Ano de abertura de capital da Bovespa através da empresa coligada Bovespa Holding denominada no IBOVESPA de: BOVH3.</li>
<li>(mar- 2008) Ano de fusão entre a Bovespa e a BM&amp;F.</li>
</ul>
</div>
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<li><a href='http://www.guiadeinvestimento.com.br/funcao-da-bolsa-de-valores/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Função da bolsa de valores'>Função da bolsa de valores</a></li>
<li><a href='http://www.guiadeinvestimento.com.br/investir-na-bolsa-de-valores/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Investir na bolsa de valores'>Investir na bolsa de valores</a></li>
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		<title>Função da bolsa de valores</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 14:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guia de Investimento</dc:creator>
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Função da bolsa de valores
As bolsas de valores são instituições administradoras de mercados e no caso brasileiro hoje em dia a BM&#38;FBovespa é a única bolsa de valores do país, mas sempre foi assim pois houve um tempo em que as bolsas eram regionais delimitadas por estados brasileiros.
As bolsas de valores são também os centros de negociação de valores mobiliários, que utilizam sistemas eletrônicos de negociação (na bovespa o sistema chama-se Mega Bolsa)  para efetuar compras e vendas desses valores.
No Brasil a Bovespa é organizada reguladas e fiscalizadas pela CVM.  As bolsas têm ampla autonomia para exercer seus poderes de auto-regulamentação sobre as corretoras de valores e que por sua vez são registradas no Banco Central do Brasil e na CVM.
A principal função de uma bolsa de valores é proporcionar um ambiente transparente e líquido, adequado à realização de negócios com valores mobiliários através das corretoras, que são os meios ...


Artigos relacionados:<ol><li><a href='http://www.guiadeinvestimento.com.br/bolsa-de-valores-regulamentacao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Bolsa de Valores &#8211; Regulamentação'>Bolsa de Valores &#8211; Regulamentação</a></li>
<li><a href='http://www.guiadeinvestimento.com.br/bolsa-de-valores-definicao/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Bolsa de Valores &#8211; Definição'>Bolsa de Valores &#8211; Definição</a></li>
<li><a href='http://www.guiadeinvestimento.com.br/historia-da-bolsa-de-valores/' rel='bookmark' title='Permanent Link: História da bolsa de valores'>História da bolsa de valores</a></li>
</ol>]]></description>
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<p><span style="font-weight: normal;"><span style="font-weight: normal;">As bolsas de valores são instituições administradoras de mercados e no caso brasileiro hoje em dia a </span></span><a href="http://www.bmfbovespa.com.br" target="_blank"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;">BM&amp;FBovespa</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></a><span style="font-weight: normal;"><span style="font-weight: normal;"> é a única bolsa de valores do país, mas sempre foi assim pois houve um tempo em que as bolsas eram regionais delimitadas por estados brasileiros.</span></span></p>
<p>As bolsas de valores são também os centros de negociação de valores mobiliários, que utilizam sistemas eletrônicos de negociação (na bovespa o sistema chama-se Mega Bolsa)  para efetuar compras e vendas desses valores.</p>
<p>No Brasil a Bovespa é organizada reguladas e fiscalizadas pela CVM.  <span style="font-weight: normal;"><span style="font-weight: normal;">As bolsas têm ampla autonomia para exercer seus poderes de auto-regulamentação sobre as <a title="corretoras" href="http://www.guiadeinvestimento.com.br/corretoras-bovespa/">corretoras</a> de valores e que por sua vez são registradas no </span></span><a href="http://www.bcb.gov.br/" target="_blank"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;">Banco Central do Brasil</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></a><span style="font-weight: normal;"><span style="font-weight: normal;"> e na </span></span><a href="http://www.cvm.gov.br/" target="_blank"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;">CVM</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></a><span style="font-weight: normal;"><span style="font-weight: normal;">.</span></span></p>
<p><span style="font-weight: normal;"><span style="font-weight: normal;">A principal função de uma bolsa de valores é proporcionar um ambiente transparente e líquido, adequado à realização de negócios com valores mobiliários através das </span></span><a href="../categoria/corretoras"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;"><span style="font-weight: normal;"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;"><a title="corretoras" href="http://www.guiadeinvestimento.com.br/corretoras-bovespa/">corretoras</a></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></a><span style="font-weight: normal;"><span style="font-weight: normal;">, que são os meios pelos quais os investidores têm acesso aos sistemas de negociação e efetuam suas transações de compra e venda desses valores.</span></span></p>
<div>
<p>As companhias que têm ações negociadas nas bolsas são chamadas companhias &#8220;listadas&#8221; e para ter ações em bolsas, uma companhia deve ser aberta ou pública, o que não significa que pertença ao governo, e sim que o público em geral detém suas ações.  A companhia deve, ainda, atender uma conjunto de normas e requisitos estabelecidos pela CVM, além das normas e regras estabelecidas pelas próprias bolsas.</p>
<p>No passado, o Brasil chegou a ter nove bolsas de valores, mas atualmente temos apenas uma chamada de BM&amp;FBovespa que surgiu com a fusão em 26 de março de 2008 entre a  Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA) e a Bolsa de Mercadorias &amp; Futuros (BM&amp;F), se tornando a maior bolsa de valores da América Latina e uma das maiores do mundo. Nela são negociadas ações das companhias abertas e títulos privados de renda fixa, entre outros valores mobiliários, derivativos agropecuários (commodities), derivativos financeiros, contratos cambiais etc.</p>
</div>
<div>
<p>Função da Bolsa de Valores:</p>
<p>Os mercados de capitais são mais eficientes em países onde existem bolsas de valores bem estruturadas, transparentes e líquidas. Para que elas desempenhem suas funções, o ambiente de negócios do país tem que ser livre e as regras claras. Nestes contextos, as bolsas podem beneficiar todos os indivíduos da sociedade e não somente aqueles que detêm ações de companhias abertas. Veja, a seguir, quais são os benefícios gerados pelas bolsas de valores para a economia e a sociedade como um todo:</p>
</div>
<div>
<ul>
<li><strong>Levantar capital para negócios</strong> &#8211; As bolsas de valores fornecem um excelente ambiente para as companhias levantarem capital para expansão de suas atividades através da venda de ações, e outros valores mobiliários, ao público investidor. Para entender como funciona o processo de capitalização de uma empresa através da distribuição pública de ações clique aqui.</li>
</ul>
</div>
<div>
<ul>
<li><strong>Mobilizar poupanças em investimentos</strong> &#8211; Quando as pessoas investem suas poupanças em ações de companhias abertas, isto leva a uma alocação mais racional dos recursos da economia, porque os recursos &#8211; que, de outra forma, poderiam ter sido utilizados no consumo de bens e serviços ou mantidos em contas bancárias &#8211; são mobilizados e redirecionados para promover atividades que geram novos negócios, beneficiando vários setores da economia, tais como, agricultura, comércio e indústria, resultando num crescimento econômico mais forte e no aumento do nível de produtividade.</li>
</ul>
</div>
<div>
<ul>
<li><strong>Facilitar o crescimento de companhias </strong>- Para uma companhia, as aquisições e/ou fusões de outras empresas são vistas como oportunidades de expansão da linha de produtos, aumento dos canais de distribuição, aumento de sua participação no mercado etc. As bolsas servem como um canal que as companhias utilizam para aumentar seus ativos e seu valor de mercado através da oferta de compra de ações de uma companhia por outra companhia. Esta é a forma mais simples e comum de uma companhia crescer através das aquisições ou fusões. Quando feitas em bolsas, as aquisições e fusões são mais transparentes e permitem uma maior valorização da companhia, pois as informações são mais divulgadas e há uma maior interação dos agentes envolvidos, tanto compradores quanto vendedores.</li>
</ul>
</div>
<div>
<ul>
<li><strong>Redistribuição de renda</strong> &#8211; Ao dar a oportunidade para uma grande variedade de pessoas adquirir ações de companhias abertas e, conseqüentemente, de torná-las sócias de negócios lucrativos, o mercado de capitais ajuda a reduzir a desigualdade da distribuição da renda de um país. Ambos os investidores &#8211; casuais e profissionais &#8211; , através do aumento de preço das ações e da distribuição de dividendos, têm a oportunidade de compartilhar os lucros nos negócios bem sucedidos feitos pelos administradores das companhias.</li>
</ul>
</div>
<div>
<ul>
<li><strong>Aprimorar a Governança Corporativa</strong> &#8211; A demanda cada vez maior de novos acionistas, as regras cada vez mais rígidas do governo e das bolsas de valores têm levado as companhias a melhorar cada vez mais seus padrões de administração e eficiência. Conseqüentemente, é comum dizer que as companhias abertas são mais bem administradas que as companhias fechadas (companhias cujas ações não são negociadas publicamente e que geralmente pertencem aos fundadores, familiares ou herdeiros ou a um grupo pequeno de investidores). Os princípios de governança corporativa estão, cada vez mais, sendo aceitos e aprimorados.</li>
</ul>
</div>
<div>
<ul>
<li><strong>Criar oportunidades de investimento para pequenos investidores</strong> &#8211; Diferentemente de outros empreendimentos que necessitam de grandes somas de capital, o investimento em ações é aberto para quaisquer indivíduos, sejam eles grandes ou pequenos investidores. Um pequeno investidor pode adquirir a quantidade de ações que está de acordo com sua capacidade financeira, tornando-se sócio minoritário (mesmo tendo participação percentual ínfima no capital da companhia), sem que tenha que ficar excluído do mercado de capitais apenas por ser pequeno. Desta forma, a bolsa de valores abre a possibilidade de uma fonte de renda adicional para pequenos poupadores.</li>
</ul>
</div>
<div>
<ul>
<li><strong>Atuar como Termômetro da Economia</strong> &#8211; Na bolsa de valores, os preços das ações oscilam dependendo amplamente das forças do mercado e tendem a acompanhar o ritmo da economia, refletindo seus momentos de retração, estabilidade ou crescimento. Uma recessão, depressão, ou crise financeira pode eventualmente levar a uma queda (ou até mesmo uma quebra) do mercado. Desta forma, o movimento dos preços das ações das companhias e, de forma ampla, os índices de ações são um bom indicador das tendências da economia.</li>
</ul>
</div>
<div>
<ul>
<li><strong>Ajudandar no financiamento de projetos sociais </strong>- Os governos federal, estadual ou municipal podem contar com as bolsas de valores ao emprestar dinheiro para a iniciativa privada para financiar grandes projetos de infra-estrutura, tais como estradas, portos, saneamento básico ou empreendimentos imobiliários para camadas mais pobres da população. Geralmente, esses tipos de projetos necessitam de grande volume de recursos financeiros, que as empresas ou investidores não teriam condições de levantar sozinhas sem contar com a participação governamental. Os governos, para levantarem recursos, utilizam-se da emissão de títulos públicos. Esses títulos podem ser negociados nas bolsas de valores. O levantamento de recursos privados, por meio da emissão de títulos, elimina a necessidade (pelo menos no curto prazo) dos governos sobretaxarem seus cidadãos e, desta maneira, as bolsas de valores estão ajudando indiretamente no financiamento do desenvolvimento.</li>
</ul>
</div>
<p><span style="text-decoration: underline;"><em>Um pouco de história:</em></span><em> Acredita-se que as Bolsas de Valores tiveram inicio na Roma Antiga ou Grécia Antiga nas mais remotas civilizações, onde comerciantes se reuniam nas maiores praças para tratar de negócios mas com atribuições bem diferentes das bolsas de hoje em dia.  Já a origem da palavra &#8220;Bolsa&#8221;  em seu sentido comercial e financeiro está provavelmente na cidade de Bugres na Bélgica. Esse termo vem de Van der Burse, nome do proprietário do local onde se reuniam os comerciantes da época para realização de negócios.  Para saber mais veja nosso artigo sobre a </em><a href="../historia-da-bolsa-de-valores"><em><a title="história da bolsa de valores" href="http://www.guiadeinvestimento.com.br/historia-da-bolsa-de-valores/">história da bolsa de valores</a></em></a></p><div id="in_post_ad_bottom_1" style="clear:both;margin: 5px;padding: 0px;"><p class="style3"; align="left"><span class="style3"><strong>Encontre o que você procura: </strong></span>
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<li><a href='http://www.guiadeinvestimento.com.br/historia-da-bolsa-de-valores/' rel='bookmark' title='Permanent Link: História da bolsa de valores'>História da bolsa de valores</a></li>
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		<title>Perder dinheiro na Bolsa &#8211; 8 razões</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 14:26:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guia de Investimento</dc:creator>
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Abaixo apresentamos um artigo do Ulisses Pereira que aborda 8 importantes razões que muitas vezes são responsáveis por fazer as pessoas perder dinheiro na bolsa de valores. Tente evita-los e você certamente se tornará um investidor melhor.
 
1 &#8211; Apressa de ganhar: Este é um erro muito comum entre aqueles que se iniciam no mercado bolsista. Atraídos pelo lucro fácil, sonham em tornar-se milionários de um dia para o outro. Fazem negócios de alto risco, colocando &#8220;os ovos todos no mesmo cesto&#8221;. Alguns chegam, a recorrer ao crédito para assim tentar chegar mais rapidamente à fortuna. Geralmente, só percebem que não se enriquece de um dia para o outro quando a sua conta estiver reduzida quase a zero
2 &#8211; Baixar o preço médio: Quando as ações que têm em carteira começam a cair, a reação normal dos investidores é comprar mais para baixar o preço médio. Se ela continuar a ...


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<li><a href='http://www.guiadeinvestimento.com.br/melhor-forma-de-investir-dinheiro/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Melhor forma de investir dinheiro'>Melhor forma de investir dinheiro</a></li>
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</script></div><h1>A<span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">baixo apresentamos um artigo do Ulisses Pereira que aborda 8 importantes razões que muitas vezes são responsáveis por fazer as pessoas <strong>perder dinheiro na bolsa de valores. </strong>Tente evita-los e você certamente se tornará um investidor melhor.</span></h1>
<p><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;"> </span></p>
<h3>1 &#8211; A<span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">pressa de ganhar: Este é um erro muito comum entre aqueles que se iniciam no mercado bolsista. Atraídos pelo lucro fácil, sonham em tornar-se milionários de um dia para o outro. Fazem negócios de alto risco, colocando &#8220;os ovos todos no mesmo cesto&#8221;. Alguns chegam, a recorrer ao crédito para assim tentar chegar mais rapidamente à fortuna. Geralmente, só percebem que não se enriquece de um dia para o outro quando a sua conta estiver reduzida quase a zero</span></h3>
<h3>2 &#8211; B<span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">aixar o preço médio: Quando as ações que têm em carteira começam a cair, a reação normal dos investidores é comprar mais para baixar o preço médio. Se ela continuar a cair, compram mais. Este é, geralmente, um dos caminhos para a derrota. Se o mercado vai na direcção contrária à que os investidores esperavam, por norma, eles tendem a pensar que quem está errado é o mercado e não eles. Ao contrariarem-no, acabam por colocar todo o seu capital numa posição perdedora onde poderão ter que esperar anos para recuperar o seu capital inicial.</span></h3>
<h3>3 &#8211; P<span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">ensar que se encontrou a receita mágica: Lamento desiludir alguns leitores mas, se pensam que descobriram a receita milagrosa para ganhar em bolsa, estão enganados. Não há receitas mágicas, nem análises perfeitas, nem ótimas pontos de entrada, nem infalíveis pontos de saída, nem negócios com 100% hipóteses de sucesso. Negociar é, acima de tudo, um jogo de probabilidades onde devemos tentar estar do lado onde haja mais probabilidades de ganhar. E se alguém, alguma vez , julgar ter encontrado a receita mágica e infalível que pense &#8211; pelo menos &#8211; que não dura para sempre.</span></h3>
<h3>4 &#8211; N<span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">ão ser consistente: Depois de começarem a perceber que não há receitas mágicas, os investidores começam a fazer exatamente o oposto, ou seja, usam um estilo de negociação diferente todos os dias. Este é um dos piores erros possíveis. Isto leva as pessoas a negociarem sem o mínimo de método, comprando e vendendo ações quase sem perceber porque o fazem. Podem ter a sorte de fazer alguns negócios fabulosos e até de ter um ano fantástico mas, garanto que é impossível ganhar durante vários anos, consistentemente, mudando todos os dias de estilo e método.</span></h3>
<h3>5 &#8211; F<span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">orçar negócios: Quantas vezes já negociaram sem convicção daquilo que estavam fazendo? Se a resposta for &#8220;muitas&#8221;, há razões para reverem esta atitude perante o mercado. Inúmeras vezes, os investidores negoceiam apenas pelo prazer de negociar, sem ter motivos fortes para o fazer. Pode divertir mas duvido que não seja mais uma forma de perder dinheiro em bolsa.</span></h3>
<h3>6 &#8211; F<span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">alta de confiança. A confiança em nós próprios é fundamental para termos sucesso no mundo exigente dos mercados financeiros. Quando não a temos, negociamos com medo e estamos constantemente duvidando da nossa posição o que leva a que, cedo ou tarde, fechemos a posição porque não conseguimos aguentar a pressão psicológica. Geralmente, isto acaba por originar saídas de posições nos piores momentos possíveis. Como é que se constrói a confiança? São precisos anos e anos de mercado e, mesmo assim, há pessoas que nunca conseguem adquiri-la. É também por isso que afirmo que os mercados são duros para quem se inicia.</span></h3>
<h3>7 &#8211; E<span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">xcesso de confiança. Ter excesso de confiança é também fatal para quem quer ganhar dinheiro em bolsa. Por muito bom que um investidor se julgue ser, ele não deve nunca perder o respeito por esse &#8220;bicho&#8221; que dá pelo nome de mercado financeiro. Acreditar que somos mais espertos que o mercado costuma trazer grandes derrotas. E, neste caso, posso garantir que há algum tempo sofri na pele as consequências de ter excesso de confiança. Serviu-me de lição. &#8220;O mercado tem sempre razão&#8221;. Sempre. Até quando não tem&#8230;</span></h3>
<h3>8 &#8211; F<span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">alta de sorte. Deixei para o fim aquela que costuma ser a primeira justificação dos investidores para o seu próprio fracasso. A sorte não deve ser a principal razão para se justificar as perdas em bolsa mas seria um grave erro ignorar a sua importância. Por mais correta que seja a postura e análise de um investidor, basta um momento de azar para ir tudo por água abaixo. Para minimizar isto, a diversificação de investimentos é fundamental. Convém não esquecer que &#8220;a sorte protege os audazes&#8221;.</span></h3>
<p>Deixei aqui aquelas que considero serem as principais razões para se perder dinheiro em bolsa. Fico à espera de receber sugestõespara, daqui a um tempo, poder escrever mais outras 8 razões.<br />
<a href="http://vencernabolsa.blogspot.com/2008/07/8-razes-para-perder-dinheiro-na-bolsa.html" target="_blank">Ulisses Pereira</a></p><div id="in_post_ad_bottom_1" style="clear:both;margin: 5px;padding: 0px;"><p class="style3"; align="left"><span class="style3"><strong>Encontre o que você procura: </strong></span>
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<li><a href='http://www.guiadeinvestimento.com.br/melhor-forma-de-investir-dinheiro/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Melhor forma de investir dinheiro'>Melhor forma de investir dinheiro</a></li>
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		<title>Dicas dos vencedores que fizeram fortuna no mercado</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 14:23:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guia de Investimento</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de valores]]></category>

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William O´Neil &#8211; Arte na seleção de Ações
Breve HISTÓRIA

Durante 1962-1963, piramidando o lucro em três operações de trava tripla excepcionais &#8211; vendendo ações da Korvete a descoberto, e comprando ações da Crysler e da Syntex &#8211; ele conseguiu transformar um investimento incial de 5.000 dólares em 200.000 dólares
Sua empresa atende a mais de 500 contas institucionais importantes, e conta com 28.000 assinantes individuais de seu serviço informativo diário, Daily Graphs. O banco de dados da firma contém 120 estatísticas diferentes de cada uma das 7.500 ações.
Em 1988, reuniu seus conceitos no livro &#8220;How to make money in stocks&#8221;.
Acredito que no decorrer destes anos, cerca de 2/3 das minhas compras de ações realmente foram encerradas com lucro. Entretanto, descobri que somente 1 ou 2 de cada 10 que comprei, acabaram sendo realmente operações que se destacaram.
Nos últimos 10 anos, obteve uma uma média anual de retorno superior a 40% nos seus ...


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<li><a href='http://www.guiadeinvestimento.com.br/bolsa-de-valores-tipos-de-mercado/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Mercado primário e secundário de ações'>Mercado primário e secundário de ações</a></li>
</ol>]]></description>
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<p>Breve HISTÓRIA</p>
<ul>
<li>Durante 1962-1963, piramidando o lucro em três operações de trava tripla excepcionais &#8211; vendendo ações da Korvete a descoberto, e comprando ações da Crysler e da Syntex &#8211; ele conseguiu transformar um investimento incial de 5.000 dólares em 200.000 dólares</li>
<li>Sua empresa atende a mais de 500 contas institucionais importantes, e conta com 28.000 assinantes individuais de seu serviço informativo diário, Daily Graphs. O banco de dados da firma contém 120 estatísticas diferentes de cada uma das 7.500 ações.</li>
<li>Em 1988, reuniu seus conceitos no livro &#8220;How to make money in stocks&#8221;.</li>
<li>Acredito que no decorrer destes anos, cerca de 2/3 das minhas compras de ações realmente foram encerradas com lucro. Entretanto, descobri que somente 1 ou 2 de cada 10 que comprei, acabaram sendo realmente operações que se destacaram.</li>
<li>Nos últimos 10 anos, obteve uma uma média anual de retorno superior a 40% nos seus investimentos em ações.</li>
</ul>
<p><strong>DICAS</strong></p>
<ul>
<li>A primeira coisa que aprendi sobre como obter um desempenho superior é não comprar ações que esteja perto de suas mínimas, mas sim comprar ações que estejam saindo de congestões e começando a fazer novas altas em relação à base de preço anterior.</li>
<li>Estudou as ações que foram as grandes vencedoras nos últimos anos e tentou encontrar as características que elas tinham em comum antes de se tornarem sucessos importantes.</li>
<li>Modelo CANSLIM para selecionar ações vencedoras:</li>
</ul>
<ol>
<li>&#8220;C&#8221; &#8211; representa lucro por ação corrente. As ações com melhor desempenho mostraram um aumento médio de 70% nos seus lucros durante o último trimestre, em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior. A primeira regra básica é que os lucros trimestrais por ação devem crescer pelo menos 20 a 50 por cento em comparação ao ano anterior.</li>
<li>&#8220;A&#8221; &#8211; - representa lucro por ação anual. O ideal é que o lucro por ação, a cada ano, sempre seja crescente em relação ao ano anterior.</li>
<li>&#8220;N&#8221; &#8211; representa alguma coisa nova, que pode ser um novo produto ou serviço, uma mudança na administração ou no setor. O &#8220;novo&#8221; também se refere a uma nova máxima de preço.</li>
<li>&#8220;S&#8221; &#8211; representa ações de alta performance. 95% das ações de alto desempenho são de média capitalização, muitos investidores restringem suas compras apenas à empresas de grande capitalização. Assim fazendo, automaticamente eles eliminam algumas das empresas de melhor crescimento.</li>
<li>&#8220;L&#8221; &#8211; significa líder. Indicador de força relativo medido entre 1953-1985 que não se aplica no mercado brasileiro.</li>
<li>&#8220;I&#8221; &#8211; preferência dos institucionais. No momento em que o desempenho de uma ação é tão óbvio que quase todas as instituições carregam a mesma ação, já é, provavelmente, tarde demais para comprá-la.</li>
</ol>
<ul>
<li>Se você comprar dentro da área de congestão, a ação frequentemente irá flutuar 10 ou 15 por cento num mercado ativo, e é muito fácil ser expulso da posição. Entretanto, se eu comprar no momento correto, a ação usualmente não atingirá meus 7% de estope previamente determinado.</li>
<li>Formações de Topo nos índices do mercado ocorrem somente em uma de 2 formas:</li>
</ul>
<ol>
<li>O índice se move para cima até uma nova alta, mas faz isso com baixo volume. Isso lhe diz que a procura pelas ações é fraca naquele ponto e que a subida é vulnerável.</li>
<li>O volume cresce muito por alguns dias, mas há muito pouca, se alguma, progressão do preço para cima, conforme medido pelo fechamento dos mercados. Neste último caso, pode não haver uma aceleração no volume quando o mercado chega ao topo, pois a distribuição foi realizada na subida.</li>
</ol>
<ul>
<li>Se as ações que vem liderando o mercado de alta começarem a despencar, isto é o maior sinal de que o mercado atingiu o topo.</li>
<li>Usualmente, após o FED subir a taxa duas ou três vezes, o mercado entra numa fase problemática.</li>
<li>Linha de avanço e declínio é, as vezes, um indicador útil para se vigiar os sinais de topo de um mercado.</li>
<li>Vendas a descoberto: a ação deve estar caindo e penetrando o fundo da base anterior à falha com volume crescente. Após a primeira penetração significativa do preço abaixo do fundo da base, normalmente haverá diversas tentativas para puxa-lo de volta. Assim sendo, os repiques de volta para as bases, também constituem um bom momento para vendas à descoberto.</li>
<li>Algumas pessoas dizem: &#8220;Eu não posso vender aquela ação porque estaria realizando um prejuízo&#8221;. Se a ação estiver abaixo do preço que pagou por ela, vender não lhe dá prejuízo, você já teve o prejuízo. Deixar as perdas crescerem é o erro mais sério feito pela maioria dos investidores. O público realmente não entende a filosofia de cortar as perdas rapidamente. Se você não tiver uma regra de como cortar uma perda aos 7%, então em mercados de forte baixa, você poderá perder 70 ou 80 por cento.</li>
<li>Durante os 33 anos de nosso período de pesquisa (1953-1985), o P/L médio para as ações com melhor desempenho no estágio emergente primitivo, foi de 20, comparada a um P/L médio de 15 para o Índice Dow Jones. Um erro comum é comprar uma ação somente porque o P/L parece barato. Outro erro comum é vender ações com P/Ls altos.</li>
<li>É ingênuo segurar ações que estão caindo porque pagam dividendos. Se você estiver recebendo um dividendo de 4% e a ação cair 25%, seu resultado líquido é uma perda de 21%.</li>
<li>A diversificação : acho muito melhor você Ter umas poucas ações e saber bastante sobre elas. Sendo muito seletivo, irá aumentar as chances de escolher às de desempenho superior. Você também pode vigiar estas ações muito mais cuidadosamente, o que é importante no controle do risco.</li>
<li>Quantas ações manter em carteira: para um investidor com $ 5.000, uma ou 2; $ 10.000, três ou quatro; $ 25.000, quatro ou cinco; $ 50.000, cinco ou seis; $ 100.000 ou mais, seis ou sete.</li>
<li>Os gráficos fornecem informações valiosas sobre o que está ocorrendo, que não podem ser obtidas facilmente de nenhuma outra forma. Eles permitem que você acompanhe um enorme número de ações diferentes de uma maneira organizada.</li>
<li>Volume: quando uma ação está começando a mover-se para o terreno de uma nova alta, o volume deve aumentar em pelo menos 50% sobre o volume diário médio dos meses recentes. Volume alto num ponto chave é uma pista extraordinariamente valiosa de que uma ação está preste a movimentar-se.</li>
<li>Volume: quando os preços entram numa consolidação após um avanço, o volume deve diminuir de modo bastante acentuado. Em outras palavras, deve haver muito pouca venda entrando no mercado. Durante uma consolidação, o volume declinando é um fator positivo.</li>
<li>Lista de erros comuns:</li>
</ul>
<ol>
<li>A maioria dos investidores não sabem por onde começar ao procurar uma ação de sucesso. Assim sendo, compram ações de 4a linha.</li>
<li>Comprar na queda do preço</li>
<li>Fazer média para baixo na sua compra, em vez de fazer para cima.</li>
<li>Os especuladores de primeira viagem estão à procura de uma maneira fácil de enriquecer da noite para o dia, sem gastar nenhum tempo ou esforço aprendendo realmente o que estão fazendo.</li>
<li>As pessoas adoram comprar ações fundamentadas em dicas, rumores, histórias e recomendações de serviços de consultoria.</li>
<li>Os investidores compram ações de 2a linha baseados nos dividendos ou nos baixos P/Ls.</li>
<li>As pessoas compram ações das empresas com os quais estão familiarizadas, nomes que elas conhecem.</li>
<li>Muitos investidores não são capazes de obter boas informações e conselhos. Quando recebem algum conselho sólido, não o reconhecem como tal ou não o seguem. Os amigos, o corretor de ações, ou o serviço de consultoria podem ser uma fonte de conselhos prejudiciais. É sempre uma minoria dos seus amigos, corretores ou serviços de consultoria, os bem sucedidos no mercado, que merecem, portanto, o crédito de suas opiniões.</li>
<li>Mais de 98% das pessoas sentem medo de comprar uma ação que esteja começando a entrar numa área de preços mais altos.</li>
<li>1Muitos investidores inaptos mantém-se teimosamente em suas perdas quando elas são pequenas e razoáveis.</li>
<li>Num processo similar, os investidores fazem caixa com lucros pequenos, fáceis de se obter, e seguram suas perdas. Esta tática é exatamente o oposto do procedimento de um investimento correto.</li>
<li>Os investidores novatos gostam de colocar limites de preço em suas ordens de compra e venda. Eles raramente colocam ordens a mercado.</li>
</ol>
<ul>
<li>No geral, para William, o sucesso operacional exige três componentes básicos:</li>
</ul>
<ol>
<li>Um processo eficiente de seleção da operação</li>
<li> Controle de risco</li>
<li>Disciplina para aderir aos 2 primeiros ítens</li>
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